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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Vocês sabiam? ONG feminista Holândesa têm barco do aborto

É, o sistema da morte cada vez mais acelerado. O aborto hoje é tido como algo NORMAL.

A ONG vive de doações de várias entidades privadas e filantrópicas. Preciso dizer mais alguma coisa? Entidades PRIVADAS e FILANTRÓPICAS !!!!!

A grande maioria dos abortos ocorrem quando a mulher simplesmente NÃO QUER TER A CRIANÇA. Transa, e quando depois de uns meses fica sabendo que estar grávida quer logo tirar a criança, pois não está no momento e impossibilitada de criar um filho.

Ai os pseudos direitos das mulheres defendem que é legítimo a mulher MATAR, sim, MATAR, a criança, só por que a tal não quer assumir a responsabilidade. E a criança é tida como uma pedra no caminho, como um SIMPLES objeto que pode ser removido do útero.

Não sei onde isso ainda vai parar, pois já são os milhares de alienados que defendem o aborto, pois a grande mídia conseguiu inverter tudo !!!! Os seguidores do politicamente correto que o diga....

Aborto é MATAR UM SER VIVO, UMA VIDA INDEFESA E SEM PROTEÇÃO !!!! E o mais revoltante é que a própria mãe leva o indefeso para a morte, a qual deveria cuidar e protege-los com toda a força do mundo.

E como sempre, o governo sombra sempre financiando por trás das cortinas....

(Nota: A matéria é antiga, mais o assunto voltou a ser comentado em alguns jornais, então resolvi procurar informações. Independente de ser antiga, não invalida a informação) 


Leiam:

Um barco preparado para fazer abortos em alto-mar  navega pelas águas da Europa . A polêmica embarcação pertence à Women on Waves Foundation (Fundação Mulheres sobre as Ondas), uma ONG holandesa que oferecer a opção do aborto a mulheres que moram em países onde a prática é ilegal.


A intenção da fundação é levar o navio, equipado com uma clínica ginecológica montada em um contêiner, a vários portos nesses países, entre eles o Brasil. Em todos os lugares, o procedimento será o mesmo: enquanto o barco – batizado de Aurora – estiver ancorado, a tripulação vai apenas oferecer testes de gravidez, dar informações sobre planejamento familiar e distribuir contraceptivos para a população.

Depois de alguns dias as mulheres interessadas em interromper a gravidez serão levadas para águas internacionais, onde o aborto pode ser realizado através de uma cirurgia ou pela simples ingestão de pílulas abortivas. Para reduzir os riscos, apenas as mulheres com menos de três meses de gravidez poderão ser submetidas ao aborto. Caso o navio seja impedido de atracar pelas autoridades locais ou por grupos antiaborto, as mulheres poderão ser levadas a bordo em pequenas lanchas. A tripulação, de dez pessoas, é composta por dois médicos ginecologistas e uma enfermeira e tem capacidade de atender até 25 pacientes.


A Women on Waves garante que os médicos envolvidos e as mulheres que se submeterem à prática não poderão ser processados quando voltarem ao porto. Segundo a ONG, as leis que proíbem o aborto não têm validade quando o barco estiver em águas internacionais. Neste caso, a legislação da Holanda – país que permite o aborto e onde o navio está registrado – seria aplicada.

A Women on Waves foi criada em maio de 1999 pela médica holandesa Rebecca Gomperts.

Ela afirma que teve a idéia de instalar uma clínica ginecológica em um navio quando militava no grupo ambientalista Greenpeace. Rebecca trabalhou no navio Rainbow Warrior, antes de ele ser afundado pelo serviço secreto francês em 1985, quando o greenpeace se engajou numa campanha para impedir testes nucleares no Oceano Pacífico. A médica diz que aprendeu em suas viagens por vários continentes, especialmente pela América Latina, que o aborto ilegal é a maior causa de mortalidade materna em todo o mundo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 50 milhões de abortos são feitos anualmente no mundo. Destes, cerca de 20 milhões ocorrem ilegalmente e de forma insegura, o que acaba matando pelo menos 70 mil mulheres por ano. “Como mulher e como médica, eu não posso aceitar esse sofrimento desnecessário”, diz ela. Por isso, Rebecca resolveu buscar ajuda financeira para o projeto de levar a clínica “portátil” aos quatro cantos do mundo. A ONG vive de doações de várias entidades privadas e filantrópicas. Os abortos que oferece são gratuitos, mas as mulheres que tiverem condições serão convidadas a fazer uma doação à ONG.


A República da Irlanda foi o primeiro destino do Aurora.  Com uma população majoritariamente católica, a Irlanda é totalmente contra o aborto.

Fonte de pesquisa: http://www.istoe.com.br/

Dias atrás o assunto voltou a ser comentado. Vejam o Vídeo com informações atualizadas no site da uol. Clique na palavra UOL para ir ao site: UOL

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