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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Veterano do Vietnã chora no ombro de Trump após discurso emocionado: americanos enaltecem seus homens de farda


Um veterano de guerra do Vietnã chorou nos ombros do presidente Donald Trump após seu discurso em Da Nang, durante sua viagem de 12 dias pelos países asiáticos. Trump disse que os veteranos são um tesouro nacional, e agradeceu por seu serviço, sacrifício e patriotismo.

Trump continuou, chamando cada um deles de heróis que cumpriram seus deveres com a nação, e que, mesmo nas condições mais difíceis, fizeram o que tinha que ser feito. Em seguida, Trump perguntou se alguém queria falar algo, e alguns militares veteranos assumiram o microfone e fizeram breves discursos.

Um deles disse que era fã de Trump, assim como sua esposa, e que ficava muito honrado com todo o trabalho da gestão atual em prol dos militares. O outro, que falou em seguida, disse, com voz emocionada, que estava muito agradecido, do fundo de seu coração, por todo o apoio aos militares, e que era uma honra estar ali, como um dos sete veteranos do Vietnã, representando os 58 mil heróis que nunca voltaram para casa.

Trump, então, apertou com força sua mão, e o veterano apoiou a cabeça no ombro do presidente, que depois deu fortes tapas de camaradagem nas costas do militar.


Para os americanos em geral, seus militares são exemplo de patriotismo e motivo de muito orgulho. Os democratas, por anos, entenderam isso, e não ousaram atacar muito as Forças Militares, nem mesmo após os anos de protestos contra a Guerra do Vietnã.

De uns tempos para cá, porém, surgiu uma campanha mais forte para retratar os heróis de guerra como cúmplices de uma América imperialista, num revisionismo histórico que pinta a nação não como salvadora do mundo livre contra inimigos terríveis, como o nazismo e o comunismo, mas como ela mesma o grande inimigo da liberdade.

Nessa narrativa falsa, os americanos deveriam pedir desculpas em vez de se orgulhar pela trajetória militar do país, que derrotou os regimes opressores coletivistas no século XX. Obama era do tipo que pedia desculpas, enquanto Trump é do tipo que enaltece o orgulho dos militares.

Alguns jogadores da NFL sucumbiram ao discurso esquerdista e passaram, em protesto, a se ajoelhar na hora do hino antes dos jogos. Mas nesse fim de semana, que celebrava o dia dos veteranos, nenhum jogador se ajoelhou, respeitando os dois minutos de silêncio em homenagem aos veteranos de guerra.

Em vez de protesto, o que ocorreu foram atos que honraram a história militar. Rishard Matthews, do Tennessee Titans, que era um dos que protestara antes, entrou em campo de mãos dadas a soldados, enquanto Alejandro Villanueva, do Pittsburgh Steelers, distribuiu adesivos para seus companheiros de time para colocarem nos capacetes, em homenagem aos militares.

Já Josh Norman, estrela do Washington Redskins, tirou suas chuteiras e as deu, autografadas, de presente para o General Robert B. Neller, comandante da Marinha:

Vídeo aqui

Aqui não se despreza impunemente por muito tempo os militares, e com boa razão. Tom Clancy resumiu bem o motivo em 2002, na Fox News:

Bem, a razão pela qual nós temos a capacidade de ler os jornais e assistir toda a televisão que quisermos e ir para a igreja de nossa escolha é que esses direitos foram conquistados para nós por pessoas que carregavam armas e vestiam uniformes. É realmente simples assim.

Mas vai explicar isso para os antiamericanos de plantão, para os “liberais” e “libertários” que desprezam não só a trajetória americana, como sua força militar, responsável pela derrota dos nazistas e dos comunistas nas guerras do século passado…

Rodrigo Constantino

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