Unico SENHOR E SALVADOR

Unico SENHOR E SALVADOR

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Descendo no vale, vencendo no vale

Pastor Daniel Cochoni

Introdução

Davi não era chamado para a guerra, mas isso não significa que não poderia guerrear. Um gigante, um povo e um garoto, era tudo o que Deus precisava para exaltar o seu escolhido. Tentaram colocar a armadura de Saul em Davi para que Davi lutasse com o gigante, mas quando não é pra usarmos os recursos humanos, não adianta tentar.
Porque Deus não permitiu que Davi utilizasse a armadura de Saul:
  • Para que a glória não fosse para Saul;
  • Para que Davi utilizasse das armas que o próprio Deus o tinha dado.
Estas armas é o que veremos neste estudo.

Cajado ou Vara

O cajado ou vara era um instrumento com cerca de dois metros de comprimento e que na sua grande maioria possuía uma curva em uma das extremidades. Fazia parte dos equipamentos de um pastor, e dentre suas funções três se destacam:
Era usado para ajudar o pastor a andar com maior facilidade nos lugares montanhosos ou difíceis;
Servia para guiar as ovelhas. Quando essas passavam por uma entrada apertada, como por exemplo ao entrarem no redil à noite, eram contadas debaixo da vara ou cajado. Ezequiel usa esse termo para dizer que Deus irá impedir os rebeldes de voltarem às suas casas depois do Exílio. Só os que forem leais a Ele passarão pela vara (Ez 20.37-38);
Era usado para marcar as ovelhas. A ponta era mergulhada em tinta, e quando as ovelhas passavam por sob a vara, cada décima era marcada e dada a Deus como dízimo (Lv 27.31-33).
O termo “cajado” aparece poucas vezes no Antigo Testamento, vejamos algumas das vezes em que o termo aparece:
“Então ele disse: Que penhor é que te darei? E ela disse: O teu selo, e o teu cordão, e o cajado que está em tua mão. O que ele lhe deu, e a possuiu, e ela concebeu dele.” Gênesis 38:18
“E tirando-a fora, ela mandou dizer a seu sogro: Do homem de quem são estas coisas eu concebi. E ela disse mais: Conhece, peço-te, de quem é este selo, e este cordão, e este cajado.” Gênesis 38:25
"Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor." Êxodo 12:11
"De Efraim saiu a sua raiz contra Amaleque; e depois de ti vinha Benjamim dentre os teus povos; de Maquir desceram os legisladores, e de Zebulom os que levaram o cajado." Juízes 5:14
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam." Salmos 23:4
No texto de 1 Samuel 17.40, a palavra hebraica utilizada para cajado é Maqeel; aparentemente significava galho fino ou broto, como o do álamo que Jacó descascou em riscas abertas na procriação de animais (Gn 30.37ss.) e "uma vara de amendoeira" (Jr 1.11). Daí entende-se que a raiz hebraica traduz-se como “germinar”, ou seja, produzir, originar, brotar.
O cajado poderia simbolizar várias coisas de acordo com sua utilização na Bíblia, como por exemplo, a ira e o castigo de Deus (2Sm 7.14; Jó 9.34; 21.9; Is 9.4; 10.5; 30.31; Lm 3.1; ICo 4.21). Outras vezes era utilizado como instrumento de medição e contagem (Ap 11.1; 21.15s., Lv 27.32).
Mas de todos simbologias do cajado, a mais conhecida é o símbolo de autoridade. Se tornou este símbolo pelo seu uso bíblico: Veja, “Moisés tomou o cajado de Deus na sua mão” (Ex 4.20); Moisés e Arão realizaram muito milagres com cajado (Ex 8.5ss.; 14.16; Nm 20.11). “A vara da disciplina” (Pv 22.15) era para o filho tolo (Pv 10.13; 13.24; 23,13s.;26.3), e para os escravos (Ex 21.20). Foi predito no Salmo 2.9 que Jesus reinaria sobre todas as nações “com vara de ferro”, o que é visto em Apocalipse 2.27; 12.5; 19.15.
Esta autoridade, segundo a literatura rabínica possui uma origem em Deus. O Midrash afirma que o cajado com o qual Jacó atravessou o Jordão é idêntico ao que Judá deu a Tamar ( Gênesis 32:10, 38:18 ). É o mesmo com que Moisés trabalhava (Êxodo 4: 20,21 ) e com a qual Arão realizou maravilhas diante de Faraó ( Êxodo 7:10 ), e que finalmente, Davi utilizou no momento em que matou o gigante Golias (1 Samuel 17:40).
Davi deixou a vara para seus descendentes monarcas, que o utilizaram até a destruição do Templo, quando milagrosamente desapareceu. Quando o Messias vier, será dada a ele por um cetro em sinal de sua autoridade sobre as nações (Sl 2.9; Ap 2.27; 19.15).
Mas de onde veio então este cajado com tamanha autoridade e poder? O Hagadá de Sarajevo, um manuscrito judeu-espanhol, diz que Deus o criou no crepúsculo do sexto dia da Criação (Ab. 5:9, e Mek., Beshalla?, ed. Weiss, 4:60), era adornado de safira, tirado da árvore do conhecimento do bem e do mal, e tinha o nome divino gravado nele, e entregou-o a Adão quando este foi expulso do paraíso.
Depois de ter passado pelas mãos de Sem, Enoque, Abraão, Isaque e Jacó, sucessivamente, veio para a posse de José. Com a morte de José os nobres egípcios roubaram os seus pertences, inclusive o cajado. Jetro, um homem muito sábio, trabalhava no palácio de faraó, mas vendo a escravidão dos hebreus, pediu à faraó que o liberasse de ficar trabalhando para ele vendo seus irmãos sofrendo. Como Jetro tinha um bom relacionamento com o faraó, pediu-lhe apenas uma coisa antes de deixar o palácio: aquele cajado que há muito tempo estava parada no mesmo lugar, Jetro então se apropriou do cajado e o plantou em seu jardim.
O Nome Inefável de Deus foi gravado sobre ele, e quando Moisés, ao visitar o jardim de Jetro, viu o cajado e leu o nome de Deus nele, logo soube que pertencia ao seu povo, então o tomou e algo sobrenatural aconteceu. Jetro então deu sua filha Zípora em casamento à Moisés, pois seu pai havia jurado que ela se casaria com o homem que fosse capaz de dominar o cajado milagroso (Pirk e R. El. 40 Sefer ha-Yashar Yal?. Êxodo 168 , fim). Este suposto fato da origem sobrenatural do cajado explica a declaração de Hebreus 9.4.
Lendas cristãs ampliam esta história dizendo que este cajado, depois que Finéias o enterrou em Jerusalém, ficou oculto até o nascimento de Jesus, quando José recebeu a revelação de onde estava e o pegou para levar ao Egito, junto com Maria e Jesus, ainda no ventre. Conta-se que Judas, roubou este cajado de Tiago (que havia recebido de José, seu pai), irmão de Jesus. E quando da crucificação de Cristo, não se encontrava uma haste transversal para a cruz, ao que Judas entregou o cajado para tal. Orígenes afirma: “Esta vara de Moisés, com o qual ele dominou os egípcios, é o símbolo da cruz de Jesus, que conquistou o mundo.”
Diante de uma tradição sobrenatural como esta, sendo apenas uma lenda judaico-cristã, não podemos nos esquecer também de que este cajado, sim, tem algo sobrenatural sobre ele: autoridade e poder.
Por isso Jesus disse certa vez: ”Eis que vos dou poder [autoridade] para pisar serpentes e escorpiões e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum” (Lc 10.17-20. e.g. Sl. 91.13; Mc 16.18).
Ninguém que desce ao vale para enfrentar o gigante, pode se esquecer do poder e a autoridade que nos foi conferida pelo próprio Jesus.
Os setenta discípulos retornam jubilosos de sua primeira empreitada evangelística, onde vários enfermos foram curados, vérios endemoniados foram libertos e vários milagres aconteceram. Ao perceber que os discípulos estavam orgulhosos do realizado em campo, Jesus joga-lhes um balde de água gelado: “Eu vi satanás cair como um raio do céu”. Jesus estava dizendo que o orgulho não poderia prevalecer na vida de todos os cristãos que estão fazendo a obra. Se através do meu ministério pessoas são libertas, isso é a autoridade de Deus na minha vida, e não minha própria autoridade. Infelizmente, muitos envaidecem diante da autoridade que o Senhor lhe conferiu, pensando ser algo dele próprio.
O poder e a autoridade que Jesus deu aos discípulos era para enfrentar o mal e toda a sua força. Serpentes e escorpiões eram simbologias à entidades demoníacas, e isso é ratificado com o final do versículo que diz: “e toda a força do inimigo”. Ele não deu dinheiro para comprar o que quisessem, também não deu fama para se orgulhassem como desejassem, mas deu poder e autoridade. Um complementa o outro. Poder é a força necessária para resistir ao mal, e a autoridade é a autorização para se utilizar deste poder.
Manter a autoridade depende de duas coisas, como se vê no próprio texto:
Glorificar a Cristo e não a nós: quando Jesus disse que havia visto satanás cair do céu, é porque ele estava olhando para o coração dos discípulo e vendo nascer o orgulho. Manter a autoridade de exercer o poder que Jesus nos deu através do seu Nome, faz-se necessário aniquilar o orgulho dentro de nós;
Exercer para o propósito correto: Jesus disse que o poder e a autoridade foram dados para resistir ao mal e a tudo o que ele representa. Se não fizermos isso, perdemos a autorização de usar o nome de Jesus.
Foi por isso que Davi, quando desceu ao vale para enfrentar o gigante, pegou o seu cajado (poder e autoridade) e enfrentou o inimigo em o Nome do Senhor dos Exércitos.

Cinco Seixos do Ribeiro

O número cinco

Os números na Bíblia muitas vezes passam desapercebidos. É claro que não podemos espiritualizar todas as vezes que um número aparece nas Escrituras, mas isso não significa também que devemos ignorar a todos.
A Bíblia diz que Davi pegou cinco pedras, isso mesmo, cinco. No intento de espiritualizar demais os números na Bíblia, muitos tem feito com que a grande maioria das pessoas ignorem realmente a numerologia bíblica. Por outro lado, devemos considerar que os judeus sempre acreditaram no significado de tudo o que está na Bíblia, e com isso surgem as características gerais dos números, por exemplo:
O número três representa a plenitude, completude. Vejamos:
A trindade do mal (dragão, anticristo e profeta); a trindade de maldade (mundo, carne e diabo); a trindade da bênção (graça, misericórdia e paz); a trindade das Escrituras (lei, profetas e escritos); a trindade humana (corpo, alma e espírito);a trindade divina (Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo).
O número quatro representa o controle de Deus e a ordem de Deus sobre o universo.Vejamos:
As quatro direções (norte, sul, leste e oeste); as quatro estações (primavera, verão, outono e inverno); os quatro ventos (Mt 24.31); o quarto homem da fornalha; as quatro fases da lua; os quatro rios do Éden.
Da mesma forma, o número cinco possui as suas características. É o número que representa a incompletude do homem, a dependência do homem, ou seja, expõe a fraqueza humana. Veja que a grande maioria das vezes em que o número cinco aparece, representa insuficiência:
  • Os cinco irmãos de Lucas 16.28 não podem se salvar sozinhos;
  • Os cinco maridos da mulher do poço não puderam satisfazê-la (Jo 4.18);
  • Os cinco pães não eram suficientes para alimentar a multidão (Jo 6.9);
A nossa insuficiência é tão grande que podemos entender o que Jesus disse em João 15.5c, quando falou: “sem Mim nada podeis fazer”. É como podemos dizer: Deus pode tudo sem o homem, mas o homem não pode nada sem Deus. Jesus está dizendo que pra conseguirmos fazer algo, para produzirmos frutos, precisamos estar ligados em Cristo. Ninguém consegue enfrentar o gigante do vício sozinho, ninguém consegue vencer o gigante da depressão sozinho, ninguém é capaz de superar a culpa sozinho. Ninguém pode, porque é insuficiente, mas Deus é a nossa suficiência.
O número cinco não é único no contexto, além de aparecer este numeral, ele está associado a cinco pedras, pedras de ribeiro. Ou seja, temos ainda as pedras e o ribeiro para entendermos a segunda arma de Davi para enfrentar o gigante.

As pedras

Pedras são fragmentos de rocha, e usadas pelos homens para vários propósitos construtivos, como por exemplo em Gênesis 35.14, quando Jacó levantou uma coluna onde o SENHOR havia falado com ele, colocando o nome daquele lugar de Betel, a casa de Deus. Ou ainda quando Jesus, em Mateus 16.18, afirma que edificaria a Igreja sobre a pedra, neste caso, rocha.
É importante analisarmos melhor este texto de Mateus, antes de continuarmos. Quando Jesus ao dizer: “Tu és Pedro (petros) e sobre esta rocha (petra) edificarei minha Igreja”, está fazendo um trocadilho interessante com a palavra “pedra”. Ao se referir à Pedro (petros), está mencionando um fragmento de rocha, e ao se referir à base (petra) da edificação da Igreja, está trazendo o significado de rocha, rochedo, penhasco.
A igreja é um corpo espiritual e isso é mencionado aqui pela primeira vez. Se Pedro fosse a rocha, ele mesmo jamais teria escrito o que está em 1 Pedro 2.1-9: "E, chegando-vos para ele, pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa". E Paulo, em Efésios 2.20, ratifica o pensamento de Cristo: "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina". Ou Seja, Jesus, o Filho do Deus Vivo é a rocha (penhasco) sobre a qual nós, como pedras, estamos formando um edifício, a Igreja.
A controvérsia está em se Pedro realmente é a rocha sobre cuja Igreja estaria fundamentada. É claro que isso não é possível, primeiro pelo texto analisado onde petros e petra traduzem significados diferentes, além do que quando Jesus fala com Pedro ele se refere a "tu" e quando fala sobre a rocha, ele muda o foco do texto "esta". Esta qual? A confissão de Pedro. Mas vamos desmistificar isso no próprio contexto. Jesus disse logo após esta afirmação que as "portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja". Se andarmos um pouco mais no texto, veremos que Pedro se torna extremamente vulnerável ao inferno, a ponto de confrontar o Mestre em seu plano de redenção. Como pode alguém assim ser o fundamento da Noiva do Cordeiro?
Vejamos algumas das interpretações das pedras que Davi escolheu.
As pedras de Davi, portanto, podem se referir à toda a base do Antigo Testamento, a Lei que estão nos cinco livros de Moisés e que apontam para o sacrifício perfeito de Cristo. Então, se temos que Cristo é a Rocha, a Pedra perfeita, e que o AT aponta para Jesus, então Davi, tipologicamente leva consigo o próprio Cristo. Mas Jesus é apenas um, como então serão 5 pedras e não uma? A revelação disso está neste versículo: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6).
Alguns ainda interpretam que Davi pegou as cinco pedras, porque Golias possuía mais quatro irmãos, e caso precisasse, derrubaria os outros gigantes também.
Como Jesus é a base de tudo, nós somos as pedras vivas que unidas constróem as paredes da Igreja, e se fôssemos mergulhar na intenção das pedras de Davi para nós, poderíamos dizer que a estrutura da Igreja está sobre Cristo a Rocha, mas formada sobre:
As cinco divisões da nova aliança: Evangelhos, Atos, Epístolas Paulinas, Epístolas Universais e a Revelação. Enquanto o AT baseava-se na lei (Pentateuco), o NT baseia-se nestas divisões;
Nos cinco dons ministeriais: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores e mestres.
Entendemos até aqui sobre o número cinco, sobre as pedras, mas porque estas pedras deveriam ser do ribeiro?

Ribeiro

Ribeiro vem de um termo comum no hebraico e ocorre 130 vezes na Bíblia, e em alguns lugares traduzido como “vale”. Temos alguns famosos vales (ribeiros) na Bíblia, veja por exemplo, o Ribeiro de Arnon (Dt 2.24), um outro é o Ribeiro de Quison (Jz 4.7,13), Ribeiro do Querite (1 Sm 17.5) e talvez o mais famoso é o Ribeiro de Jaboque (Gn 32.22; Dt 2.37). No Jaboque Deus tratou profundamente com Jacó.
Porque as pedras precisavam ser do ribeiro?
As pedras tinham que ser lisas: no ribeiro a água não para de passar, e esta água é quem rola as pedras, junto com o clima frio e o clima quente, alterando o formato da pedra, tirando as pontas;
Ribeiro é em um vale: pra encontrar as pedras certas, é preciso descer ao vale e escolher.
Para se vencer no vale, é preciso ter estrutura:
Reconhecer que não é nada - número cinco;
Admitir que com Cristo, podemos tudo - pedras;
Agir com humildade - descer ao ribeiro;

Alforge ou Surrão

O alforje era uma sacola ou bolsa de couro usualmente carregada por um mendigo, peregrino ou um pastor. A palavra aparece poucas vezes na Bíblia, apenas 9, incluindo o termo no plural.
No Antigo Testamento, o termo é mencionado apenas 3 vezes, todas por Samuel, em seu primeiro livro.
A primeira menção se dá quando o pai de Saul perde as suas jumentas e pede a Saul para que com um dos seus moços procurem por elas, mas não as encontrando decidem visitar o profeta, porém ficam constrangidos de não terem pão nos alforjes para presentear o profeta (veja 1 Sm 9.7). As outras duas vezes, aparecem quando Samuel apresenta Davi no desafio com o gigante (1 Sm 17.40,49).
Já no Novo Testamento, a palavra aparece em Mt 10.10; Mc 6.8; Lc 9.3, 10.4, 22.35, 22.36, e em todas elas quem menciona o alforje é o próprio Jesus.
Sendo assim, nós temos três personagens bíblicos que estão ligados ao alforje: Saul, Davi e Jesus (neste caso diretamente os seus discípulos), e em todas elas o elemento relacionado a ele era a provisão, o mantimento. Seja ele dinheiro, grãos ou pão.
Qual então era a importância do alforje para Davi? Era nele onde Davi provinha para si o mantimento quando precisasse. Trazendo para a nossa vida espiritual, precisamos sempre de um alforje para quando necessitarmos de provisão, teremos de onde tirar. E o que isso significa? Que a terceira arma que Davi possuía para enfrentar o gigante era o relacionamento íntimo com Deus.
O relacionamento íntimo com Deus se dava através da oração. Imagina o quanto Davi, enquanto estava sozinho no pasto, orava e conversava com Deus. Quando passava por tribulações, orava a Deus. Quando estava angustiado, orava a Deus. Este possuía um alforje constante consigo, era colocar a mão e com certeza sairia mantimento.
Davi, no Salmo 10 ora a Deus implorando Sua ajuda no tempo da angústia, já no Salmo 17 Davi expõe a sua confiança em Deus, e no Salmo 41 Davi ora confessando sua fraqueza.
Talvez o Salmo mais conhecido de Davi, seja o Salmo 23, a qual Halley sugere que tenha sido escrito quando Davi ainda era um menino e cuidava das ovelhas de seu pai, e é uma oração de louvor ao Deus Todo-Poderoso como o Pastor que provê tudo o que é necessário às suas ovelhas.
Davi enxerga em Deus, o que ele próprio era para suas ovelhas. Ele nunca faltou para com as ovelhas do seu pai, e sabia que Deus nunca faltaria na sua vida; ao se utilizar da palavra pastor, ele renuncia ao título de rei, libertador, rocha, escudo, porque ele sabia que é o pastor quem vive no meio do rebanho, sendo tudo para ele: guia, médico e protetor.
Davi era um fiel orador, estava sempre em contato com o Senhor, veja o que diz o Salmo 72.20: “Aqui acabam as orações de Davi, filho de Jessé”, ou seja, muitas foram as orações que Davi havia feito.
Aprendemos com Davi que ao enfrentar o gigante faz-se necessário o alforje com muito mantimento, pois vivia em oração. A oração é essencial para manter a comunhão com Deus, que por sua vez é fundamental para se vencer os gigantes.

A Oração

Torrey, o grande evangelista dizia: "O principal objetivo da oração é que Deus seja glorificado na resposta". Thomas Watson também se referia à oração de forma singular dizendo: "Oração é a chave do céu; fé é a mão que a faz girar".
Primeiramente precisamos definir de forma clara para o contexto aqui o que é oração: oração não é o mantimento, oração preserva o mantimento.
A oração reconhece o poder e a personalidade de Deus, bem como seu interesse por nós, porém, o pecado tem feito separação entre Deus e os homens (Is 59.1-2). Por isso Jesus ensinou que Deus é um pai generoso para com seus filhos (Mt 7.7-11).
Vemos que a oração tem sua primeira menção em Enos, e desde então nunca mais deixou de fazer parte da vida humana.
Algumas orações são famosas na Bíblia, por exemplo, Elias fez uma das menores orações no Monte Carmelo, e Deus atendeu mandando fogo do céu (1 Rs 18), demonstrando que Deus não está preocupado com oração eloquente. Temos ainda a oração de Daniel (Dn 10), que demonstra que Deus ouve a nossa oração. A oração do rei Ezequias (2 Rs 20), mostrando que Deus se compadece de nossas situações.
O maior exemplo de servo que ora, com certeza é o próprio Cristo, e uma das suas orações mais fortes, foi aquela em que sozinho, em meio à grande tristeza, ora no Getsêmani e nos ensina o princípio fundamental da oração: temos o direito de pedir, mas de Deus vem a decisão (Mt 26).
Com estes exemplos, podemos afirmar que a oração é uma das grandes armas do cristão diante da afronta do gigante, não que ela será utilizada para ferir, mas ela preserva o teu mantimento e as tuas forças.
Um exemplo fantástico sobre a oração talvez seja o testemunho de Billy Grahan, quando ainda adolescente foi, junto aos colegas de escola, visitar o local onde morava a família do grande reformador John Wesley. Ao visitar todos os cômodos da casa, todos os alunos saem e vão ao ônibus. Quando todos estão no ônibus, o professor sente falta de um dos alunos, e volta à casa para o buscar, o qual está ao lado da cama de Wesley com seus joelhos abertos no tapete furado, onde Wesley orava, e dizia: “faz de novo Senhor, faz de novo Senhor”.
A oração de Wesley venceu o maior gigante da igreja, em sua época e na nossa época: a frieza espiritual.

A Funda

A palavra é encontra cerca de seis vezes na Bíblia. Era uma arma simples utilizada para atirar pedras, seja por um pastor a fim de proteger o rebanho ou alertar alguma ovelha que está se desviando, ou mesmo como arma em guerras, porque a Bíblia mesma diz que Uzias preparou fundas como armas militares (2Cr 26.14) e existiam 700 benjamitas especialistas em manejar a funda (Jz 20.16). Alguns monumentos egípcios retratam homens usando fundas.
A funda era composta de uma tira larga de couro que podia segurar com firmeza uma pedra de cerca de 40mm de diâmetro. A tira era presa a duas cordinhas feitas de tendões, corda ou couro, de cerca de 60cm de comprimento. A pedra era colocada na bolsinha e a funda girada, de modo que a pedra não se desprendia por causa da força centrífuga. Quando um dos cordões era afrouxado, a pedra saltava com força e uma velocidade tremendas; sua velocidade pode chegar a mais de 100 km/h, quase a velocidade de uma bala de revólver.
A palavra funda vem de um termo hebraico que também é traduzido por cortina como em Ex 27.9 e Nm 3.26. A sua raiz original vem da palavra entalhar de 1Rs 6.29, 32, 35.
O tabernáculo, possui inúmeros detalhes, e cada um destes detalhes são uma fotografia de Cristo. Ao olharmos para esta cortina, entendemos que a trajetória de um homem rumo ao Santo dos santos, lugar de encontro com Deus, a primeira fotografia que este homem vê, é exatamente esta cortina. Esta cortina era colocada apoiada sobre 60 colunas de bronze. Era feita de 3 materiais diferentes, mas do lado de fora, o homem conseguia enxergar apenas um destes materiais: o linho fino.
Alguns textos podem nos ajudar a desvendar este mistério do linho fino, vejamos:
  • Ap 19.11-14: finíssino, branco e puro;
  • Ap 19.6-8: finíssino, resplandecente e puro -> As vestes não eram oriundas da multidão que as usavam, o que podemos afirmar que ninguém possui as vestes brancas por si só;
  • Ap 7.13-14: como as vestes se tornam brancas;
Com estas leituras dos textos bíblicos, sem equívoco nenhum, esta cortina representa a pureza e a santidade. Davi, antes de seguir avante contra o Golias, era precisava ter a certeza de estar com a vida no altar, com a vida santificada e pura.
Quem não conhece aquelas velhas histórias de irmãozinhos “metidos” a santarrões, pensando que são a reencarnação de Cristo na Igreja, se envolvem em um episódio de libertação de pessoas possessas, e aquele maldito demônio humilha este santarrão? Isso acontece, porque não estava com a vida em santidade antes de entrar na batalha.
Santidade não é perfeição, é consagração, separação para uso de Deus. Enquanto não tivermos com a nosa vida no altar, coma nossa vida em santidade e pureza, não há como derrubar os gigantes que nos desafiam todos os dias.

Conclusão

Chegando ao final deste estudo, temos que o que levou Davi à vencer o gigante era a sua grande autoridade espiritual, reconquistada e mantida para a glória e propósitos divinos. As cinco pedras do ribeiro, representam a nossa dependência do Senhor e estrutura espiritual, forjada ao descermos no vale(ribeiro), como o de Jaboque. Unida à oração e o devocional com Deus representados pelo alforje, todo bom guerreiro fica à um passo de garantir a vitória contra o gigante: vida de pureza e santidade.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Tragédias e maldades provam a inexistência de Deus?


Inácia Soares – Betim (MG)

Pastor Reinaldo, recentemente assisti um episódio muito triste e peço suas impressões. Estive no funeral de uma família inteira que morreu num drástico acidente de trânsito. Essa família era toda evangélica, pai, mãe e três filhos, um deles recém nascido. Havia muita consternação e revolta no lugar. Foi quando um parente ergueu a voz e passou a fazer uma espécie de discurso ateu. Ele disse que era um alerta a todos os que são enganados pela religião. Em resumo ele gritou em alta voz que Deus não existe e que se existisse não permitiria o mal e as tragédias, principalmente com crianças e pessoas que creem nEle. Ninguém ofereceu resposta. Todos se calaram. Mas aquilo me incomodou. Me diga pastor, o que pensar e como responder um  argumento desses?

Resposta

Prezada Inácia, antes de tudo agradeço por me enviar seu depoimento e sua pergunta. Acho que antes de tudo precisamos levar em consideração o estado emocional alterado desse familiar, que sob os efeitos de uma dor profunda, teve uma reação que até me parece compreensível. Quero crer que com os nervos no lugar, ele possa pensar de outra maneira.

No entanto, independente de situações adversas, há pessoas que de fato pensam assim, e como cristãos, precisamos ter uma resposta paciente, sábia e definitiva para lhes oferecer.

O problema do mal é um sério desafio à defesa do Cristianismo que os ateus/céticos gostam muito de atacar.
Se Deus é bom e quer nosso bem, por que Ele permite muitas pessoas "boas" e crianças morrerem de desastres naturais como furacões, terremotos, vulcões, enchentes, também assaltos, acidentes etc, e doenças causadas por bactérias, vírus, câncer etc??

É um tema vasto, mas vou resumir brevemente alguns tópicos:

1. Crianças que morrem vão direto para o céu, até uma certa idade - idade da razão.

2. Muitas dessas mortes também são de cristãos. Assim pode ser um meio do Senhor tomar os seus. No Salmo116 diz: "Preciosa é para o Senhor a morte de seus santos".

3. Neste mundo decadente, ninguém é inocente. As pestes, doenças assim como desastres naturais, são resultado direto da maldição sobre a criação por causa do pecado e soberba do homem. Por causa dessa corrupção inata e herdada, com a qual já nascemos, somos totalmente indispostos para com as coisas de Deus; até uma criancinha já é inclinada para o mal e desobediência, somos, por natureza, inimigos de Deus e, portanto, filhos da ira, sujeitos a condenação. É dessa natureza corrompida e orgulhosa que procedem os nossos pecados, as nossas transgressões, as nossas desobediências e as nossas revoltas contra Deus e Sua Palavra.

4. O livre-arbítrio de Adão e Eva e o nosso; trouxe esses sofrimentos da natureza a este mundo. O homem se corrompe, peca, destrói, contamina, mata e não quer pagar o preço, e ainda culpa a Deus por suas loucuras, tanto contra o mundo e contra o próximo.

Mas Deus criou as criaturas boas com uma qualidade chamada livre-escolha, e é bom ser livre, mas com a liberdade vem a possibilidade do mal, então Deus é responsável por tornar o mal possível, mas as criaturas livres são responsáveis por torná-lo REAL.

Por acaso seria justo forçar você, a crer em Deus? Jamais! Somente pelo seu próprio interesse de conhecê-Lo e segui-Lo é que se dá a forma justa disso ocorrer.

Se há uma coisa que Deus respeita, e muito, é nossa INDIVIDUALIDADE, somos livres, mas responsáveis por nossas próprias decisões. Ele só vai agir em nossas vidas se pedirmos Sua interferência, e Ele jamais passa por cima de nossa razão, pois nos deu tal capacidade para pesquisarmos e indagarmos. Não somos robôs e Ele nem quer isso. A Bíblia diz “Vinde e argui-me diz o Senhor”. E Ele não olha para nossa condição ou situação.

A onisciência de Deus representa apenas conhecimento, mas o AGIR DELE depende de nós.

E por que um Deus Perfeito não poderia punir? Dar liberdade à Suas criaturas é uma das características dessa Perfeição. O grau máximo de Perfeição é atingido quando criaturas livres o adorem em vontade própria e espontaneamente.

Porém, liberdade envolve responsabilidade. Não somos punidos neste mundo por desobedecer a certas leis, regras, padrões normativos? Seria justo deixar só você furar o sinal vermelho no trânsito, ou ir num Banco roubar dinheiro, ou ir numa loja, mercado e roubar sem pagar e sair impunemente?

Se sofremos consequências severas ao desobedecer autoridades constituídas dos homens; por que seria diferente da Autoridade Máxima do Universo?

O próprio Jesus profetizou o envio de catástrofes futuras sobre a raça humana, como castigos de Deus, próximos da vinda do Senhor, como: guerras, fomes, terremotos, perseguições, epidemias, pestes, pragas, doenças, entre outros (Mt 24, Lc 21, Ap 6).

5. O livre-arbítrio dos anjos maus e suas influências no mundo como satanás, explica o resto dos sofrimentos humanos.

6. Mas as tragédias servem para levar as pessoas a refletirem sobre sua condição e destino eterno nesta curta vida que todos sabem ter. Muitos têm encontrado Deus nos múltiplos caminhos do sofrimento a que todos nós estamos sujeitos.

E Deus sabendo da condição irreversível que o próprio homem se meteu; pelo seu Grande Amor nos dá a única chance de mudar essa condição de perdição, através da nova vida que somente o Homem-Deus - Jesus - nos dá de graça!


Assim, enquanto o homem está vivo, ainda há esperança. "...porque melhor é o cão vivo do que o leão morto." (Eclesiastes 9:4)

Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada

Você acredita mesmo que uma lei que tem a Xuxa e a Dilma apoiando pode ter alguma coia boa?

Pais e mães de todo o Brasil não têm nada para comemorar

Julio Severo

O que acontece quando um bruxo de tribo ordena o sacrifício de uma criança inocente? Nada.
O que acontece quando ministros de governo e a própria presidente têm histórico de defesa do abuso e assassinato de crianças (o aborto sempre envolve essas crueldades contra crianças)? Nada.

Mas o que acontecerá quando um pai ou uma mãe der uma palmada, uma varada ou uma cintada de correção no filho? Espere para ver!

Enquanto todos os brasileiros estavam focados e distraídos na Copa do Mundo, Dilma Rousseff sancionou, em 27 de junho de 2014, a Lei da Palmada, que pune pais e mães que aplicam castigos físicos nos filhos. Agora, o confisco estatal desse direito dos pais é lei.

Diferente de milhões de famílias brasileiras, que serão diretamente afetadas pela nova lei, Xuxa não estava focada na Copa do Mundo. Quando Dilma assinou a lei, Xuxa celebrou a vitória. Todos os grupos esquerdistas, mesmo com a euforia da Copa, celebraram junto. E com o Pr. Paulo Freire, presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), não foi diferente: ele também celebrou.

As palavras de Xuxa, conforme registradas pela revista Quem da Globo, foram:

“TO TÃO FELIZZZZZZZZZ..... Ainda tem gente que duvida da existência de Deus, essa lei saiu porque Deus quis, desculpe as pessoas que interpretam trechos do Antigo Testamento achando que Deus concorda com a violência usada pra corrigir uma criança, Deus é amor, amor não rima com dor, obrigada MEU DEUS e viva a Lei Menino Bernardo.”

O que é que Xuxa entende de Deus e de Bíblia? Mas se quem diz entender (os pastores da bancada evangélica) negociaram a lei e a deixaram passar, Xuxa tem é mesmo de celebrar. O presidente da bancada evangélica disse:

VITÓRIA! “LEI MENINO BERNARDO” (Lei da palmada)

Alamiro Velludo Netto, criminalista e professor de direito penal na USP, diz que a norma não proíbe todo tipo de tapinha: “A palmada que tem mais efeito simbólico de correção, não foi proibida, mas sim aquela que tem o caráter de agressão.”

“Agora podemos falar, a lei já foi sancionada”.

Quero parabenizar a todos os parlamentares evangélicos que comigo fazem parte da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, em especial o Deputado Federal Marcos Rogerio, pela brilhante atuação e estratégia com que trabalhamos para a aprovação da lei “Menino Bernardo” que ficou conhecida como “Lei da Palmada”. 

Conseguimos, com a ajuda e a graça de Deus, tirar tudo aquilo que possibilitava que o Estado interferisse na criação dos pais em relação a seus filhos, também não permitindo a proibição da famosa “Palmadinha” para a correção dos filhos. 

Um trabalho estrategicamente bem feito sem despertar e não deixar que nossos adversários políticos percebessem a nossa vitória, já realizada antes da Presidente Dilma assinar sancionando esta lei. Mais uma grande vitória da bancada Evangélica na Câmara Federal, dada pelo nosso bom Deus.

Deputado Federal Paulo Freire

Presidente da FPE



Eu realmente não compreendo como uma derrota pode ser vista como “vitória.” Anos atrás, o próprio senador Magno Malta classificou a Lei da Palmada como “agressão à família brasileira.” E agora Freire acha que não é nada disso?

E numa entrevista a este blog no ano passado, o Dep. Marcos Rogério declarou: “Eu espero que a lei não seja aprovada. Mas, caso aconteça, muitos pais serão levados ao Conselho Tutelar e ao Juizado de menores por corrigir seus filhos.” 

E agora Freire diz que o Dep. Marcos o ajudou? O que foi que aconteceu com a cabeça desse pastor? Se ele disse que supostamente muitos elementos nocivos foram removidos da Lei da Palmada, por que Xuxa está celebrando? Por que Xuxa se sentiu no direito de chamar de “violência” a orientação bíblica sobre disciplina de crianças?

O que a Bíblia diz sobre disciplina física de crianças e violência

Vejamos o que a Bíblia diz do que Xuxa chama de “violência”:

“Aquele que poupa a vara odeia seu filho, mas aquele que o ama tem o cuidado de discipliná-lo”. (Provérbios 13:24 NIV)

“Quem se recusa a surrar seu filho o odeia, mas quem ama seu filho o disciplina desde cedo”. (Provérbios 13:24 GW)

“Aquele que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”. (Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)

“Os açoites que ferem, purificam o mal; E as feridas alcançam o mais íntimo do corpo.” (Provérbios 20:30 TB)

“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.” 
(Provérbios 20:30 NTLH)

“Os golpes e os ferimentos eliminam o mal; os açoites limpam as profundezas do ser”. 
(Provérbios 20:30 NVI)

“É natural que as crianças façam tolices, mas a correção as ensinará a se comportarem.” (Provérbios 22:15 NTLH)

“A estultícia está ligada ao coração do menino, mas a vara da correção a afugentará dele.” (Provérbios 22:15 RC)

“A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”. (Provérbios 22:15 NVI)

“Todas as crianças são sem juízo, mas correção firme as fará mudar”. 
(Provérbios 22:15 CEV)

“A crianças por natureza fazem coisas tolas e indiscretas, mas uma boa surra as ensinará como se comportar”. 
(Provérbios 22:15 GNB)

“Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” 
(Provérbios 23:13-14 RC)

“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

“Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno”. 
(Provérbios 23:13-14 RA)

“Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte”. 
(Provérbios 23:13-14 NTLH)

“Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura”. 
(Provérbios 23:13-14 NVI)

“É bom corrigir e disciplinar a criança. Quando todas as suas vontades são feitas, ela acaba fazendo a sua mãe passar vergonha”. 
(Provérbios 29:15 NTLH)

“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. 
(Provérbios 29:15 RA)

“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe”. (Provérbios 29:15 RC)

“Uma surra e um aviso produzem sabedoria, mas uma criança sem disciplina envergonha sua mãe”. 
(Provérbios 29:15 GW)

Contudo, embora favoreça surras com vara, a Palavra de Deus não apoia o excesso e a violência:

“Corrija os seus filhos enquanto eles têm idade para aprender; mas não os mate de pancadas”. (Provérbios 19:18 NTLH)

“Castiga teu filho enquanto há esperança, mas para o matar não alçarás a tua alma”. (Provérbios 19:18 RC)

“Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”. (Provérbios 19:18 RA)

“Corrija seus filhos antes que seja tarde demais; se você não castigá-los, você os está destruindo”. (Provérbios 19:18 CEV)

“Discipline seus filhos enquanto você ainda tem a chance; ceder aos desejos deles os destrói”. (Provérbios 19:18 MSG)

O que o Novo Testamento diz sobre disciplina de filhos

Para quem concorda com Xuxa e acha que essas orientações não têm mais validade alguma porque Deus as deu no Antigo Testamento, o Novo Testamento traz uma confirmação da dolorosidade da disciplina física:

“Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: ‘Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho’. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. 

Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai? Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! 

Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. 

Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hebreus 12:5-11 NVI)

O que a psicologia cristã diz sobre disciplina física de filhos

Para os que acham, inclusive entre cristãos, que tudo o que não tiver o embasamento da psicologia não tem validade alguma, inclusive a Bíblia, para esses corações mais inseguros há o livro “Ouse Disciplinar,” publicado anos atrás pela Editora Vida. O autor, o Dr. James Dobson, é um famoso psicólogo evangélico que apoia esses versículos e o sábio uso da disciplina com a vara.

No artigo “Dr. James Dobson responde a uma pergunta sobre disciplina de crianças,” o psicólogo evangélico diz:

O castigo físico, quando utilizado de forma amorosa e adequada, é benéfico para uma criança porque está em harmonia com a própria natureza. Considere o propósito de dores menores na vida de uma criança e como ela aprender com a dor. Suponha que o Pedrinho, de dois anos, puxe uma toalha de mesa, de modo que o vaso de rosas, que está na mesa, o atinja bem na cabeça. 

Com essa dor, ele aprende que é perigoso puxar a toalha da mesa, a menos que ele saiba o que está em cima dela. Quando ele toca num forno quente, ele rapidamente aprende que o calor tem de ser respeitado. Se ele chegar a viver cem anos, ele nunca mais tentará tocar num forno. 

Ele aprende a mesma lição quando puxa o rabo do cachorro e prontamente leva uma mordida na mão, ou quando sai do assento de bebê quando a mãe não está observando e acaba descobrindo tudo sobre a lei da gravidade.

Durante os anos de infância, ele tipicamente acumula galos, machucados, arranhões e queimaduras menores, cada um lhe ensinando acerca dos limites da vida. Essas experiências o tornam uma pessoa violenta? Não! A dor associada a esses eventos o ensina a evitar cometer os mesmos erros de novo. Deus criou esse mecanismo como valioso instrumento de instrução.


Há também os estudos do Dr. Den A. Trumbull sobre disciplina física de crianças. Num artigo estupendo, intitulado “Pesquisa contesta críticos da disciplina física de crianças,” ele desmonta os questionamentos de indivíduos como Xuxa.

Entretanto, na visão de Xuxa, Deus é tão bom e amoroso que a justiça vai para o ralo: no paraíso dela, não há espaço nenhum para inferno. Não há espaço para a dor do aprendizado. Todo mundo vai bonitinho para o céu.

Seja como for, fica agora a Lei da Xuxa e a Lei de Deus. Pior: fica agora a opinião de Paulo Freire, que diz que a Lei da Palmada vai permitir algum tipo de palmadinha. E fica a informação de Xuxa: toda palmadinha está proibida.

Conselhos Tutelares em plena atividade muito antes da Lei da Palmada

O fato é que mesmo sem essa lei, os conselhos tutelares já estão trabalhando há muito tempo nessa direção. Em 2008, conversei com um pastor de Teresópolis, RJ, que me contou que, ao disciplinar fisicamente o filho, ganhou a resposta do menino: “Se você me bater, ligo para o Conselho Tutelar. Na escola, fomos orientados a denunciar se nossos pais nos batessem.”

O pai, com sabedoria, respondeu: “Pode chamar. Eles virão, nos prenderão e vão mandar você para um orfanato. Depois, quem lhe dará tudo o que você quer e precisa?” O menino nunca mais repetiu a ameaça.

Em 2008, em Campina Grande, PB, um dos pastores palestrantes da VINACC me contou como seu filho pequeno também o ameaçou na hora de levar um merecido castigo. Nesse caso, o menino também revelou para o pai que aprendeu na escola como delatar os pais.

Nessa época, uma das maiores líderes católicas pró-vida do Rio de Janeiro desabafou para mim como teve de renunciar ao seu emprego de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.

Muito antes da Lei da Palmada, os Conselhos Tutelares já estavam agindo no espírito dessa lei.

Pastor é preso e maltratado

Um caso horroroso ocorreu em 2010, quando não havia Lei da Palmada. Um pastor foi preso e injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do Conselho Tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Pr. Jeremias Albuquerque Rocha 

Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.

Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela

O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.

Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor foi preso e mantido em condições desumanas.
Reinterpretando a Bíblia à luz da Lei da Palmada?

Se tudo já estava arriscado anos atrás até para pastores que disciplinam os filhos, como vai ficar agora? Melhor? Só na cabeça de Xuxa e Paulo Freire.

Já que Xuxa recebeu liberdade da bancada evangélica para reinterpretar a Bíblia para os cristãos, como ela veria Provérbios 23:13-14? Essa passagem diz:

“Não evite disciplinar a criança; se você a bater nela e castigá-la com a vara [fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”. (Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)

Xuxa leria:

“Você está proibido de disciplinar seus filhos. Castigar com a vara [fina] é violência e se você fizer isso, será o seu fim. Deixando de usar a violência da vara, você livrará sua alma do inferno estatal.”

O caso do Pr. Jeremias é um exemplo de que o inferno estatal existe para os pais “desobedientes.”

Fica agora o dilema entre a obediência à Lei de Deus e a submissão à lei dos homens.

Marco Feliciano denuncia acordo da bancada evangélica que foi fundamental para aprovação da Lei da Palmada

De acordo com matéria do jornal Estadão, a Lei da Palmada só foi aprovada porque houve um acordo entre a bancada evangélica e o governo do PT. Em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo, o Dep. Marco Feliciano confirmou que não concordou com esse acordo. Ele disse:

Parece que fizeram de propósito, pois depois que sai da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minoria) eu fiquei como um “cão de guarda” na CCJ. Minha presença pelas polêmicas e atenção da mídia os inibiam de colocar a Lei da Palmada em votação.

No dia da votação, eu não estava. Eu havia feito uma cirurgia e fiquei 20 dias sem ir ao Congresso. Nesse ínterim, aproveitaram minha ausência e colocaram o projeto com a presença da Xuxa.

Fiquei sabendo da confusão e liguei para o Marcos Rogerio, porque falar com o presidente da FPE é quase impossível. Eu implorei para ele liderar o pessoal para não negociar e votar contra. Ele me disse que o pessoal estava com receio porque o que o Pr. Eurico fez imprimiu na FPE uma imagem de desequilíbrio e que o projeto passaria com ou sem nossos votos. 

Então reafirmei: QUE SEJA APROVADO, MAS QUE CONSTE FOI COM OS VOTOS CONTRÁRIOS DE TODA FPE.

Não me deram ouvidos. Anthony Garotinho falou com Paulo Freire, ambos do PR (que é base de sustentação do governo), e deu no que deu.

Qual será o próximo passo da bancada evangélica? Condecorar Xuxa por ensinar aos pastores parlamentares que Deus é amor e vara é do diabo?

 Ensinar a eles o que vale e o que não vale na Bíblia? Colocar Xuxa para ajudar a bancada em campanhas pró-família? Por incrível que pareça, Magno Malta cometeu tal tolice anos atrás, convidando Xuxa para suas campanhas contra a pedofilia. 

É a mesma coisa que colocar a raposa para “proteger” o galinheiro.

Famoso evangélico esquerdista vê radicalismo da Lei da Palmada

Agora que a vontade de Dilma, Xuxa e Pr. Paulo Freire foi feita, como ficará a situação de policiais cristãos e descrentes que recebem denúncias de vizinhos ou de crianças que delatam os pais por aplicar necessários castigos físicos neles? Vai depender da boa vontade e misericórdia dos policiais, pois se depender da misericórdia de Dilma, de Xuxa e da bancada evangélica, eles vão direto para a cadeia.

A Lei da Palmada é tão ridícula e representa tanto risco para pais e mães, que você não precisa ser conservador para ver o óbvio. Danilo Fernandes, dono do tabloide Genizah, recentemente fez declarações impressionantes sobre essa lei e as pretensões de Xuxa em seu artigo “Danilo Fernandes: Xuxa só para bobinhos e desconforto da família brasileira.”

Tenho muitas discordâncias com as posturas esquerdistas de Danilo, mas nessa questão, concordo totalmente com ele. Ele está de parabéns.

Qual o próximo passo de Xuxa? Abaixar idade legal de consentimento sexual?

Agora a rainha da erotização infantil, que participou de cena de erotismo e pedofilia no filme “Amor Estranho Amor” com um menino de 12 anos em 1982, quando ela tinha mais de 18 anos, está livre para correr atrás de outras ambições. 

Quem sabe uma lei para abaixar a idade legal de consentimento sexual para 12 anos, tornando-a assim eternamente livre da mancha de seu antigo filme pró-pedofilia. As portas estariam assim abertas para ela fazer muitos filmes eróticos com crianças de 12 anos.

Xuxa em cena pedofílica no filme Amor Estranho Amor 

E se uma lei para abaixar a idade de consentimento sexual não for aprovada? Para Xuxa, não há absolutamente nenhum problema. Ela nunca foi multada nem presa por sua pedofilia cinematográfica. Não existe lei para pegá-la.

Mas por causa dela, agora há lei para pegar os pais e mães do Brasil! E, repetindo, tudo vai depender da misericórdia dos policiais que atenderem a uma denúncia de criança que levou uma palmada, cintada ou varada.
Os pais e a polícia na porta de casa

Num vídeo muito interessante que está fazendo sucesso no Youtube (neste link: http://youtu.be/WeMEyuigSFQ), uma dupla de policiais é chamada para atender ao caso de um menino desobediente que levou umas cintadas da mãe. 

Pela lei da Xuxa, a mãe é uma “criminosa,” e o policial que não a algemar e levar presa cometeu violação da lei. Veja o vídeo para entender o dilema.

E se os policiais tivessem sido chamados para atender a uma chamada para prender Xuxa por seu papel no filme pró-pedofilia? Ou, na visão pervertida de Xuxa, palmada merece cadeia, mas pedofilia não?

E se os policiais tivessem sido chamados para atender à denúncia de um cidadão contra o governo de Dilma Rousseff, que vive defendendo o assassinato de crianças no útero? Eles seriam amparados pela lei para atuar em defesa das crianças e prender os ministros de Dilma que defendem o aborto?

E se os policiais tivessem sido chamados para atender ao caso de um bruxo de tribo que determinou a tortura, sacrifício e morte de crianças indígenas? Infelizmente, nesse caso, a lei está do lado do bruxo, não da criança.

No caso dos pais que não são bruxos que determinam tortura e assassinato de crianças nem são defensores do aborto, seu destino dependerá da bondade dos policiais. Se os policiais não tiverem coração bom, os pais cristãos poderão passar pelo mesmo inferno estatal pelo qual passou o Pr. Jeremias Albuquerque Rocha.

A pergunta importante é: com tantas crianças ameaçadas de morte, sem nenhuma lei para intervir contra os assassinos, por que agora o Estado brasileiro atende aos caprichos de uma artista pró-pedofilia para punir pais e mães que atendem ao chamado da Lei de Deus para usar a vara a fim de livrar a alma de seus filhos de ir para o inferno? 

Se a mente pervertida de Xuxa e outros iguala vara e cintadas à tortura e morte, por que os pais que disciplinam e não matam devem enfrentar o peso da lei injusta enquanto que os abortistas e os bruxos indígenas que torturam e matam crianças não enfrentam nenhum peso da lei?

Como é que a população permite que os injustos punam pais e mães, transformando-os em criminosos, mas deixa impunes bruxos assassinos, abortistas e artistas pró-pedofilia, e ainda os transforma em heróis?

Phonte: www.juliosevero.com


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Estamos testemunhando o surgimento do 'Califa Mahdi' - o anticristo islâmico?



Em relação Al-Baghdadi, que reivindicou o Califado Islâmico no Iraque, quem é ele? Ele é o Anticristo? Será que ele cabe na conta do esperado Mahdi, o último califa do Islã?

Eu tive dúvidas.

Ok, aqui está o que nós pensamos. Al-Baghdadi nasceu em Samarra, uma cidade sunita ao norte de Bagdá, em 1971, e é bem educado. Seu nome de guerra é Abu Bakr al-Baghdadi, com uma recompensa de 10 milhões dólares EUA em sua cabeça.


Seu verdadeiro nome é Ibrahim Awwad Ibrahim Ali al-Badri, mas agora foi alterado para "califa Abdullah Ibrahim Ibn Awaad Ibn Ibrahim Ibn Ali Ibn Muhammad de coraixitas Al-Baghdadi, da tribo de profeta Maomé".

A razão para a adição de "Abdallah" ou "Abdullah" é a aquisição de um dos 99 nomes do profeta do Islã desde a profecia de Maomé é a vinda do Mahdi (o último califa) foi prometido por Muhammad para realizar um de seus nomes ; Abdallah é um que significa servo de Allah.

Ele deve ser da linhagem de Maomé e é por isso que eles acrescentam "de coraixitas", a tribo Muhammad pertencia, e que ele deriva de Ali, marido da filha de Maomé Fátima.

Isto é crucial para caber a conta.

O primeiro e mais citado crença no que diz respeito ao Mahdi é a tradição que afirma que o Mahdi vai descer a partir da família de Maomé:

"O mundo não vai acontecer até que um homem dentre a minha família, cujo nome será o meu nome, reina sobre os árabes." (De Kathir Tafsir-Sura 3:28)

"O Profeta disse:. O Mahdi será da minha família, dos descendentes de Fátima [uma das esposas de Maomé]" (Al-Sirah al-Halabiyyah, v3, p61)

o Mahdi (o Messias islâmica) é esperado para imitar Muhammad, realizar alguns de seus nomes, e de uma forma é o seu espírito de retornar. O Mahdi, durante os sete anos de paz proclamadas no Islã, vai voltar a distribuir entre os seus seguidores, a bens apreendidos e riqueza das nações que ele derrota e Al-Baghdadi está definitivamente fazendo muito saque:


"Naqueles anos (o tempo do Mahdi) minha comunidade irá desfrutar de um momento de felicidade, como eles nunca experimentaram antes. O céu vai chover sobre eles em torrentes, a terra não vai reter qualquer de suas usinas, ea riqueza será acessível a todos. Um homem vai se levantar e dizer: 'Dê-me Mahdi! e ele dirá: 'Toma'. "(Al-Tabarani, relacionadas por Abu Huraira, como citado por Izzat e Arif. p. 9)

Islam ensina que o Mahdi ...

"... Vai orientar as pessoas para uma montanha na Síria a partir do qual ele vai trazer os volumes do [verdadeiro] Torah [judaica Tannach] para refutar os judeus."

Al-Baghdadi definitivamente estabeleceu-se em diversas áreas na Síria.

Vários anos atrás, nós escrevemos em nosso livro Guerra de Deus ao Terror (página 143, 178) a previsão sobre as bandeiras negras e hoje vê-los no Iraque liderada pelo califa Al-Baghdadi. O Estado Islâmico hoje promove essas "bandeiras negras" por uma razão, a fim de cumprir essas profecias.

Al-Baghdadi ainda tem algumas lacunas no cumprimento dos mandatos por profeta do Islã. Existem ainda algumas "alterações menores" para Finagle. Mesmo os chamados "moderados" Sufi Sheikh Hisham Kabbani, o queridinho de muitos americanos, mesmo conservadores, afirma que os exércitos virão da região do Irã e da Turquia:


"Ditos indicam que bandeiras negras provenientes da área de Khorasan [Irão] significará [que] o aparecimento do Mahdi está próximo. Khorasan está no Irã de hoje, e alguns estudiosos disseram que este Hadith significa que quando as bandeiras negras aparecem a partir da Ásia Central, em seguida, o aparecimento do Mahdi é iminente ".


Tradição profética islâmico diz:


"Exércitos carregando bandeiras negras virá de Khurasan (Irã). Nenhum poder será capaz de detê-los e eles vão finalmente chegar Eela (Baitul Maqdas em Jerusalém), onde vai erguer suas bandeiras. "Baitul Maqdas ou" a casa do santuário "está se referindo ao Monte do Templo em Jerusalém."

Pode Al-Baghdadi chegar a Jerusalém? Não tão cedo.

Nos últimos dias, essas bandeiras negras acompanhará o Mahdi, que vai levar a Turquia eo Irã, e é dito pelo profeta do Islã que "todo muçulmano deve se juntar a esse exército, mesmo que eles tem que rastejar na neve".

Califa Al-Baghdadi quer travar uma guerra contra o Jordan por uma razão. Ele quer se aproximar de Israel a partir do leste. Abdul Rahman al-Wahabi no dia da ira estados:


"A batalha final será travada pelos fiéis muçulmanos vindo sobre as costas dos cavalos ... carregando faixas pretas. Eles vão ficar no lado leste do rio Jordão e vai travar uma guerra que a Terra nunca foi visto antes. O verdadeiro Messias, que é o Mahdi islâmico vai derrotar Europa, vai levar esse exército de seljúcidas [turcos]. Ele presidirá o mundo a partir de Jerusalém, porqueMeca teria sido destruída . "

Curiosamente, um tweet dizia ser da Al-Maqdisi do ISIS falou de destruir Meca. Para que as profecias a todos em forma, os muçulmanos e tem auto-cumpri-las , que inclui a destruição de Meca. E este é precisamente o que João, o Profeta previsto, que a besta vai destruir a cidade prostituta .

Eles têm esse sonho de um Mahdi como Saladino vai levar esse exército de Israel e re-conquistar-lo para o Islã. Os judeus serão abatidos até muito poucos permanecem e Jerusalém se tornará o local do governo do Mahdi sobre a Terra.

Al-Baghdadi apresenta uma grande ameaça para os EUA, ele passou cinco anos como prisioneiro dos norte-americanos em Bocca acampamento no sul do Iraque entre 2005 e 2009.

Em 16 de Junho de 2014, circularam informes de que o líder do ISIL Abu Bakr al-Baghdadi após a sua libertação a partir de detenção dos EUA de Camp Bucca, em 2009 havia emitido uma ameaça, supostamente dizendo: "Eu vou te ver em Nova York". Analistas de inteligência americanos começaram a monitorar o grupo dissidente de ameaças 9/11-type diretos para os Estados Unidos.

Ao longo da história da organização hoje conhecida como ISIL (ou ISIS), o grupo usou muitos nomes diferentes. Quando foi formada em 2004, ele era conhecido como al-Tawhid Jama'at wal-Jihad, "A Organização do Monoteísmo e Jihad" (JTJ).

Mais tarde naquele ano, quando a liderança da organização prometeu um pacto de lealdade a Osama Bin Laden, o grupo mudou seu nome para Tanzim Qaidat al-Jihad fi Bilad al-Rafidayn, "A Organização da base da Jihad no País dos Dois Rios" (TQJBR), e foi muitas vezes referido como "Al-Qaeda no Iraque" (AQI). AQI não era um nome do grupo já escolheu para si mesmo, mas foi o que foi mais utilizado para descrever a organização, considerando suas múltiplas mudanças de nome.

No início de 2006, depois de uma série de alianças, o nome mudou novamente para o Conselho Mujahideen Shura. Mais tarde nesse ano, depois de uma fusão com alguns grandes grupos militantes no Iraque, o grupo mudou seu nome novamente para Hilf al-Mutayibeen, "Juramento dos Ones perfumadas". Apenas um dia depois, o grupo passou por outra mudança de nome e tornou-se Dawlat al-'Iraque al-Islamiyya, "Estado Islâmico do Iraque" (ISI), aproximando-a sua iteração atual.

Depois de se envolver em atividades militantes na Síria, no início de 2013 ISI alongou seu nome e tornou-se, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (alternativamente traduzido como islâmico الدولة الاسلامية في العراق: Estado no Iraque e na Síria ou Estado Islâmico no Iraque e al-Sham ) (árabe Da ʿ é). É abreviada داعش:; ʾ ad-dawla ʾ al-Islamiyya fil-'O Iraque foi-sam ou árabe والشام como ISIS ou alternadamente ISIL.

Assim, em geral, um califa islâmico coincide com o mandato bíblico para o Anticristo. Anticristo é chamado de "O Príncipe que há de vir", em Daniel 9 eo Califa tem o título de "O Príncipe dos Fiéis". Mas eu sempre me perguntava: Na Bíblia, o Anticristo pretende tomar sua posição de Deus no Templo de Deus. Como é que um califa caber uma lei como essa, especialmente porque os muçulmanos negam a adoração de outro homem?

Mais uma vez, seria útil para os ocidentais a estudar os 99 nomes de Muhammad . Ele, como o Mahdi (o último califa) também será "Perfect", "First", "Last", "Príncipe" e "Incandescente Lâmpada", "radiante", "Pure", "Escolhido", "curandeiro" e "O Mensageiro das batalhas dos últimos dias".

Islam está cheia de renúncias como "nós não adoramos exceto Allah" enquanto eles deificar Maomé e Mahdi dando-lhes os títulos:


Al-Maqam-Al-Mahmud (O Glorioso), Awal-Khalq-illah (O primeiro da Criação), Muhammad (o louvado), Al-Insan Al-Kamel (O Homem Perfeito), Rahmatan-lil-A ' AlAmeen (Misericórdia para toda a humanidade), Al-Rasul Al-A'tham (o maior de todos enviado por Deus), Shafi (Healer), Munji (Salvador), Mahdi (O Guiado One / Libertador), Al-Mustafa Al- Mukhtar (The Chosen One), Amir (O ​​Príncipe), Khatimun-Nabiyeen (O Selo dos Profetas), Al-Hadi (O Guia), Awal (primeiro), Akher (Last), Sayyid Walad Adam (o líder dos Sons de Adão) e Al-Siraj Al-Munir (The Luminous One, The Glowing Lamp).

Estes são os títulos que definitivamente é merecida por Deus (Jesus) e não o homem. Enquanto o Islã nega que adoram um homem, fato é que, de fato eles fazem, para que eles atribuem a Maomé e Mahdi esses títulos que são blasfêmia.


Se Al-Baghdadi vai ganhar destaque a ser dado fidelidade pelo mundo muçulmano é duvidoso no momento e ainda não se sabe, mas podemos ver a escrita na parede, os islâmicos estão a tentar fazer Al-Baghdadi caber a conta como está escrito em suas profecias.

Em conclusão, Al-Baghdadi não é o ajuste direito.Primeiro de tudo, ele é wahhabistas. Longe de wahhabismo, um sufi Califa como desde o último califa era Sufi e os otomanos ocupou o cargo. A Sufi é o melhor ajuste, não só isso porque ensina tremenda violência, uma vez que foram os sufis, que são os músculos e tendões da fé avançá-lo para se tornar a segunda maior religião do mundo. Sufis simplesmente não são uma seita do Islã, mas sim herdeiros de uma tradição mística antiga dentro de ambos os ramos sunitas e xiitas da fé combinando a sua busca interior com a guerra ea expansão mundial.

O sufismo é também a força ecumênica em que ele é o melhor fator de união entre muçulmanos xiitas e sunitas que eventualmente se unirão Turquia (Sufi sunita) com o Irã (Sufi xiita). Sufis sunitas adoro ícones xiitas como Hassan e Hussein Ali e que são denunciadas por Wahhabists sunitas.

O wahhabistas vai se tornar brinde como Meca será destruído, e Irã e Turquia tem algumas velhas contas a acertar com wahhabistas Arábia Saudita, a prostituta.

Referências
2014, UMAA-Advocacy, a crise no Iraque, Uma Análise do ISIL


A seita testemunhas de Jeová propagando ''a nova ordem mundial?''



Bom pessoal, nós sempre lutamos aqui em defender a verdade e o evangelho genuíno que é por fato o de JESUS CRISTO.

Vejam o absurdo que essa ''seita'' satânica e diabólica está promovendo em seus templos, e levando até suas casas. Estão promovendo a nova ordem mundial na maior cara de pau, entregando bilhetes, cartas ''COMO ESTÁ NA FOTO'' e tudo mais, e agora eu lhe pergunto. O que uma igreja que se diz a ''única'' salva faz pregando e propagando o governo ''único mundial?''

As Testemunhas-de-jeová formam uma das seitas que mais cresce atualmente. Em face do seu proselitismo incontrolável, e do grande mal causado por seus ensinos à vida do crente, necessário se faz estudá-la.

As Testemunhas-de-jeová demonstram um zelo incomum em tornarem conhecidas as suas doutrinas, pelo que se dedicam ao máximo à venda de livros e revistas, de porta em porta. Além de se dedicarem com afinco a esse trabalho, quase todos dão uma parcela de cooperação na disseminação das doutrinas da seita. W.J. Schenell, "ex-testemunha", diz que as "testemunhas", ficam sob constantes pressões e com medo mortal dos seus líderes. Por exemplo: se não venderem suficiente literatura, serão rebaixados à "classe de maus servos", ou "servos inúteis".

Vocês poderão saber mais sobre essa seita no link

O CORREIO DE DEUS
CEZAR S D S SCHOLZE
Leitura relacionada:


Testemunhas de jeová ou vendedores de satanás"

Entrevista com Jair Bolsonaro no Diário Brasil


Por que nunca mais serei presbiteriano

Joseph Farah
Comentário de Julio Severo: Joseph Farah, autor deste artigo, é dono do WND, um dos maiores portais conservadores dos EUA, e denuncia o avanço da maior denominação presbiteriana dos EUA em atitudes a favor do “casamento” gay e contra Israel. Tudo isso é fruto do liberalismo teológico. É um triste exemplo, pois no Brasil o mesmo liberalismo, de orientação esquerdista, também está avançando, e haverá frutos. No final deste artigo, há vários links com mais alertas sobre questões de “casamento” gay, Israel e presbiterianos nos EUA e no Brasil, para ajudar você a entender o que o liberalismo teológico fez com os presbiterianos dos EUA e o que está fazendo com os presbiterianos do Brasil.
Detesto confessor isso.
Mas já fui membro da Igreja Presbiteriana dos EUA (conhecida pela sigla PCUSA).
Foi muito tempo atrás, mas posso lhe garantir que não voltarei. Faz muito tempo que deixei, de forma definitiva. Nunca pensei em voltar.
Para mim, essa denominação está morta.
Joseph Farah
Não fique ofendido se você ainda é membro. Só dê uma olhada no que está acontecendo em sua igreja — da qual você é parte, onde seus dízimos e ofertas estão sustentando. É uma agenda maligna. Está completamente errada aos olhos de Deus.
Na semana passada, houve duas afrontas da Assembleia Geral, a direção dessa denominação apóstata do inferno.
Primeiro, ela votou por 429 votos contra 175 votos para aprovar o “casamento” homossexual — mudando a linguagem que definia o casamento como uma união entre um homem e uma mulher para “duas pessoas.” Os 172 presbitérios dessa denominação votarão sobre essa mudança no próximo ano, mas com uma votação pervertida dessas, não tenho muita esperança de uma rebelião a nível dos membros. Num assunto relacionado, a assembleia votou por 328 votos contra 238 para permitir que os pastores da denominação presidam sobre “casamentos” homossexuais em jurisdições em que tais uniões são legais.
O Comitê Laico Presbiteriano chamou essa atitude de “uma abominação.” Tenho novidades para essa gente: Quando sua “igreja” começar a aprovar abominações, é hora de procurar outra igreja. Para mim é um mistério: não sei por que essa gente está demorando tanto para sair. Em 2011, a Assembleia votou para ordenar pastores que têm parceiros homossexuais.
É claro que encontrar outra igreja que não zombe do Deus que afirma adorar não vai ser fácil. A Igreja Episcopal começou a permitir a bênção de “casamentos” homossexuais no ano passado. A Igreja Unida de Cristo permite esses casamentos desde 2005. A Igreja Evangélica Luterana nos EUA permite que pastores de igrejas individuais decidam.
O “casamento” homossexual não é apenas uma abominação. É contraditório.
O Deus da Bíblia literalmente definiu o casamento no Jardim do Éden. Essa definição foi confirmada por Seu Filho Jesus durante Seu ministério terreno — mais prova de que Deus não muda de ideia. Ele é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não comete erros. Ele faz tudo certo desde a primeira vez. Aliás, Ele define o que é certo — e errado. E Ele é aquele que chamou o próprio ato dos homens deitando com homens e mulheres deitando com mulheres de “abominação.”
Uma coisa é um ateu apoiar essa ideia passageira.
Uma coisa é um humanista secular agnóstico apoiá-la.
Uma coisa é um não-cristão ou não-judeu apoiá-la.
Mas é outra coisa inteiramente diferente alguém que afirma crer que a Bíblia é a Palavra de Deus ou se chama cristão fazer isso — sem mencionar uma denominação inteira.
É simplesmente herético, sem mencionar irracional.
Poucas coisas poderiam ser mais claras na Bíblia do que a postura de Deus sobre o fato de que o casamento é uma instituição criada exclusivamente para homens e mulheres.
A primeira menção de casamento na Bíblia vem no começo — em Gênesis 2:24 — onde está escrito, depois da criação de Eva: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (ACF)
É interessante que a maioria dos usos da palavra “apegar-se” na Bíblia envolve mandamentos dados por Deus para “se apegar” a Ele. E a Bíblia é cheia de paralelos entre o casamento de homens e mulheres e o relacionamento entre o povo e Deus.
Evidentemente, há muitos tão chamados “cristãos” que não levam a sério o Antigo Testamento. Não faz muito sentido, pois é o Antigo Testamento que profetiza o futuro Messias e as credenciais daquele ao qual todos os verdadeiros cristãos adoram como o Filho de Deus e seu redentor — Jesus.
Mas vamos colocar de lado por enquanto essa contradição. Qualquer um que se classifica de cristão, um seguidor de Jesus, não tem desculpa nenhuma sobre a definição do casamento, pois o próprio Jesus o definiu — não num, mas em dois registros do Evangelho.
Em Mateus 19:4-5, Ele disse: “Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?” (ACF)
De modo semelhante em Marcos 10: 6-9, Ele disse: “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (ACF)
Nessa última frase, “não o separe o homem,” Jesus estava falando sobre o rompimento de um único casamento. Foi um alerta contra a pilhagem do divórcio. Contudo, tem aplicações mais irrefutáveis para os que buscam separar a instituição inteira do casamento redefinindo-a conforme a mais recente moda popular.
Os Estados Unidos estão numa crise moral e espiritual neste momento. Os sinais estão em toda arte. O pecado está desenfreado. Todo homem faz o que é certo aos seus próprios olhos. Deus deu uma prescrição para tempos como estes em 2 Crônicas 7:14: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (ACF)
Eu ainda sustento a esperança de que Seu povo, que é chamado por Seu nome, se humilhará e orará e buscará Sua face e se arrependerá de seus caminhos maus. Eu gostaria que Deus ouvisse isso. Eu gostaria que Ele perdoasse nosso pecado. Eu gostaria que Ele curasse nossa terra. Mas essa decisão da PCUSA não é um bom sinal — bom de jeito nenhum. Isso é apostasia descarada e deliberada. Incentiva o pior tipo de juízo.
Mas isso não é tudo! A corrupta e não arrependida Igreja Presbiteriana dos EUA não cometeu apenas um ato chocante.
Um dia depois dessa votação, a mesma direção votou por 310 votos contra 303 para apoiar campanhas para que todos os membros da denominação parem de investir em empresas que fazem negócio com Israel.
Por que?
Por que a ênfase na PCUSA está no PC — para politicamente correto. Israel é o presente de Deus para as nações do mundo. Isso não significa que o Estado de Israel seja perfeito. É governado por seres humanos. Mas é a menina dos olhos de Deus, conforme ficamos sabendo em Zacarias 2:8. Quem deve disciplinar Israel é Deus. É Ele que tem uma aliança eterna com Seu povo.
Não só isso, mas é nessa promessa a Israel mediante a qual os que não são judeus são “enxertados.”
“Estabelecerei minha Aliança entre mim e ti, e teus futuros descendentes, de geração em geração, uma Aliança perpétua, para ser o teu Deus e o Deus te tua raça, depois de ti. A ti, e à tua descendência depois de ti, darei a terra que hoje habitas como estrangeiro, toda a terra de Canaã, em possessão eterna, e Eu serei o vosso Deus!” (Gênesis 17:7-8 KJA)
Israel representa a maior prova de que Deus é real. É um exemplo vivo da profecia bíblica cumprida.
“Então as nações saberão que Eu Sou Yahweh, o Eterno e Soberano, quando Eu for santificado diante delas, assevera o SENHOR Deus. Porquanto vos tirarei dentre as nações e vos reunirei de todas as terras e os conduzirei de volta para a vossa própria terra.” (Ezequiel 36:23-24 KJA)
 “‘Contudo, estão chegando os dias’, afirma o SENHOR, ‘quando já não mais se dirá: “Juro pelo Nome de Yahweh, que libertou os israelitas do Egito.”’ Antes dirão: ‘Juro pelo Nome de Yahweh, que trouxe os israelitas do Norte e de todos os países para onde ele os havia expulsado’. Eu os conduzirei de volta para a sua terra, terra que dei aos seus antepassados.” (Jeremias 16:14-15 KJA)
É isso o que o moderno Estado de Israel representa.
Mas é claro que os líderes da PCUSA não sabem ou não se importam com a Bíblia. É claro que eles não conhecem a mente do Deus que afirmam adorar. Mas até mesmo uma pessoa espiritualmente cega e racional deveria estar em condições de ver a razão por que esse movimento que boicota investimentos em Israel é tão errado. Será que Israel é uma das piores nações da terra? Claro que não. É uma das melhores. Será que Israel é uma das maiores nações da terra? Não, é uma das menores. Israel oprime seu povo? Não, Israel oferece mais liberdade do que a maioria das nações da terra. Israel oprime seus vizinhos? Não, Israel está cercado de nações que buscam destruí-lo, mas mostra contenção extraordinária ao lidar com eles — constantemente se inclinando para trás para fazer paz quando parece impossível.
Fico pensando: quais são os outros países que estão sendo alvos da campanha de boicote da PCUSA? Será que a PCUSA está boicotando países que perseguem os crentes em Jesus? Será que está boicotando os países que massacram seu próprio povo? Será que está boicotando os países que patrocinam o terrorismo? Será que está boicotando os países que matam de fome seu próprio povo? Será que está boicotando os países que ainda permitem a escravidão? Será que está boicotando os países que oprimem as mulheres? Será que está boicotando os países que fazem limpeza étnica em sua população?
Não, está boicotando a terra de Deus. Está boicotando o único país verdadeiramente livre no Oriente Médio. Está boicotando uma nação pequenininha que está sofrendo agressões de todos os cantos do mundo. Está boicotando o único refúgio para as pessoas mais perseguidas do mundo. Está boicotando o povo escolhido de Deus.
É por isso que é tempo de desinvestir seu tempo, dinheiro e energia se você ainda é membro da Igreja Presbiteriana dos EUA.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Why I will never be a Presbyterian, again
Leitura recomendada:
Sobre Igreja Presbiteriana:
Sobre Israel:
Sobre “casamento” gay:
Liberalismo na Igreja Presbiteriana do Brasil:
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