Unico SENHOR E SALVADOR

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sábado, 30 de agosto de 2014

Por que?

Porque não há dinheiro para ser feito

Imagens - Amor de verdade: Soldado ferido retorna para casa e noiva não o abandona! (Atualizado)


Faz tempo que eu estava procurando essa história para relembra-la! Me acompanhe!

O Sargento da Marinha Ty Ziegel já havia planejado toda a sua vida fora da guerra, ele iria se casar com a sua noiva Renee Kline assim que voltasse da sua viagem no Iraque.

Mas em um dia fatídico, um avião bombardeiro suicida, bate no seu caminhão, rasgando o seu corpo e colocando-o entre os 20,000 soldados que foram feridos no Iraque.

Seu estado era tão delicado, que, quando o Sargento despertou do seu coma, ainda estava sob o efeito das drogas. Sua noiva foi visitá-lo, no entanto, o único local em que podia tocar era seus pés.




Uma escala de danos foi passada para ele: um braço foi cortado pela metade e da mão que sobrou, restaram somente dois dedos. Pouco depois, o dedão do pé foi enxertado no lugar do polegar. Um olho ficou cego e leitoso, como se derretido, e as suas orelhas sofreram queimaduras.


O melhor dessa história foi o fato de que Renee permaneceu ao lado de Ty no Centro Médico do Exército, em San Antonio, no Texas durante um ano e meio, compartilhando medos e felicidades. A relação de ambos ficou mais forte, e em 2006 eles carasam-se. Uma prova concreta de que de fato o amor existe e sobrevive apesar das cicatrizes!



Ty Ziegel era um típico jovem patriota americano, um ardente republicano que não teve dúvidas em comprar uma guerra que, na verdade, nunca deveria ter acontecido. O jovem sargento de 24 anos de idade, estava na base de al-Qaim, fronteira entre o Iraque e a Síria, quando, de repente, um homem bomba apareceu do nada. Antes mesmo que ele pudesse saber o que estava acontecendo, uma forte explosão destruiu o caminhão onde ele estava. Ele virou uma bola de fogo.

"Eu fiquei rolando na caçamba do caminhão, gritando durante todo o tempo que estava consciente. O rapaz que estava perto de mim tentava me deixar inconsciente, mas acho que eu continuava acordando," disse ele vários anos depois.

O calor da explosão fez literalmente derreter sua cabeça que ficou em carne viva, perdeu um olho, um braço, 3 dedos da outra mão e uma parte do crânio. Os médicos tiveram ainda que salvar partes do lobo frontal do seu cérebro em uma complicada cirurgia. Ficou em coma durante vários meses. Quando sua noiva, Renee Kline, 19 anos, chegou ao hospital para vé-lo, a única parte a qual ela podia tocá-lo era o seu pé. Depois de mais de 50 cirurgias, teve implantado um revestimento plástico na cabeça. Seu rosto foi reconstruído cirurgicamente, com aberturas no lugar das orelhas e do nariz, que não existiam mais. Seus lábios foram reconstruídos com enxertos de tecidos retirados da sua virilha. Por mais cirurgias que fizesse, o jovem sargento nunca poderia voltar a ser o que era antes.

Quando ele finalmente acordou, sua noiva, Renée, estava ao seu lado na cama. E independente da tragédia, sua namorada de colégio ficou ao seu lado mesmo após ele voltar para sua cidade todo desfigurado. E para surpresa de muita gente, ambos casaram-se em 06 de outubro de 2006. O casamento parou o estado norte-americano do Illinois, o governador declarou feriado estadual, os jornais diziam: "O amor vence tudo!"


Nenhum texto alternativo automático disponível.

A foto em destaque, foi tirada durante o casamento dos dois. Ty, irreconhecível, vestiu seu uniforme completo. Essa foto ganharia o prêmio da World Press Photo naquele ano.

Entretanto, a vida de casados não duraria muito. Ty tinha dificuldades em ter relações sexuais, sofria de Transtorno de estresse pós-traumático e tinha oscilações de humor. O conto de fadas acabou alguns anos depois.

"Ontem é história. Amanhá é um mistério. Hoje é um presente!" Frase que Ty tatuou no que sobrou de um dos seus braços.

Veja Mais: http://www.ninaberman.com/marine-wedding


Phonte

Boko Haram avança pela fronteira da Nigéria e Camarões

O grupo islâmico radical Boko Haram assumiu o controle da cidade de Ashigashya, no estado de Borno, na fronteira entre a Nigéria e Camarões. Os rebeldes estabeleceram-se no local durante a noite de segunda-feira (25).

Meios de comunicação relatam que o grupo matou três pessoas em frente a uma igreja, mas a Portas Abertas não tem mais detalhes sobre isso. É difícil determinar quais partes do nordeste da Nigéria já foram dominadas pelos rebeldes, porque viajar para a área é muito perigoso e a luta prolongada atingiu redes móveis de telefonia e internet.

Apesar disso, na segunda-feira (25), o Boko Haram também anunciou a criação de um estado islâmico nessa região que controla no nordeste da Nigéria. O comunicado foi feito pelo líder do grupo, Abubakar Shekay, em um vídeo de 53 minutos no qual ele parabeniza os guerrilheiros que, no início deste mês, conquistaram a cidade de Gwoza.


Os combates recentes mobilizaram 500 soldados nigerianos para além da fronteira com Camarões. De acordo com uma fonte da polícia, o Boko Haram está tentando assumir cidades em Camarões também.

O ministro das comunicações de Camarões, Issa Tchiroma Bakary, afirma que o país está intensificando os esforços para acabar com a violência do Boko Haram em seu território. "Nós decidimos não poupar nenhum empenho para conter as agressões e manter o Boko Haram fora de nossa nação. Soldados de Camarões têm instruções para defender nossas fronteiras. Então, eles vão lutar o tempo que for necessário para proteger o país desses ataques”.

Pedidos de oração
Peça a Deus que derrame sua graça sobre todos que têm enfrentado a violência brutal, o deslocamento e o sofrimento. Interceda para que o amor de Cristo brilhe apesar da escuridão desta situação.

Fonte:Portas Abertas Internacional

Vídeo - Pai: "Ser rico, não é sobre quanto você tem. Mas sim quanto você pode dar!"



Eu sei que homem não chora... mas existem momentos.. bem... assista você mesmo!


O alto custo de vacilar na fé


by Pastor Daniel

Deuteronômio 1.19-40

Deus deu aos crentes personalidade, habilidades e dons espirituais para equipá-los a cumprirem Seus planos específicos para as suas vidas. Porém cada um precisa escolher a andar pela fé e obediência. Às vezes o Senhor nos desafia a fazer algo que parece estar além de nossa capacidade, mas se desistirmos, perderemos as Suas bênçãos.

Vamos aprender com os filhos de Israel que fizeram várias escolhas que levaram-nos à incredulidade, resultando assim em uma vida inteira de perambular sem rumo. Eles...

Ouviram as vozes erradas: Para caminhar em obediência com o Senhor, temos de nos precaver de sermos influenciados por aqueles que não compreendem a grandiosidade do nosso Deus. Não só isso, também devemos aprender a reconhecer as mentiras de Satanás. Ele quer que nos tornemos ineficientes, realizando pouco ou quase nada para o reino de Deus.

Andaram pelo ponto de vista humano: Por vezes a confiança em Deus entra em conflito com a razão humana. Porém aqueles que optam por confiar nEle, mesmo quando as evidências externas apontam para uma impossibilidade, encontrará que Ele é maior do que qualquer obstáculo.

deixaram os sentimentos vencerem a fé: Talvez o maior obstáculo à obediência seja o medo inadequado. Um foco interno é um assassino de confiança. A maneira de vencer os nossos sentimentos é depender do Senhor e Suas promessas. Ele irá equipar-nos para tudo o que Ele nos chama a fazer.

Toda chamada desafiadora à obediência é uma bifurcação na estrada de nossas vidas. Seguir o caminho da incredulidade conduzirá a uma vida inteira de arrependimento e perambular sem rumo, mas seguir o caminho de confiar em Deus corajosamente e fazer o que Ele diz, resultará nas maiores bênçãos de sua vida. A escolha é sua.

Pastor Daniel

Absurda iniquidade - Mormóm: Um juiz legaliza parcialmente a poligamia no Estado de Utah

Kody Brown e suas quatro mulheres, em Las Vegas, em julho. / AP

E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. 

Os mórmons que praticam a poligamia em Utah conquistaram uma importante vitória legal na quarta-feira, quando um juiz federal deu razão para uma conhecida família em seu litígio contra o Estado. As leis de Utah proíbem o matrimônio múltiplo e também a coabitação. 

Esta segunda parte é inconstitucional, segundo o juiz Clark Waddoups. A decisão legaliza de fato a poligamia no Estado, desde que não exista matrimônio legal. Os mórmons podem viver com quantas mulheres quiserem, mas não casarem-se formalmente.

A decisão chega após três anos de batalha legal entre o Estado de Utah e Kody Brown, famoso por protagonizar o ‘reality show’ Sister Wives, no qual pela primeira vez é mostrada como a coisa mais normal do mundo a vida de uma família com quatro esposas (Meri, Janelle, Christine e Robyn) e 16 filhos. 

O programa começou em 2010 quando a família vivia em Lehi, Utah, e a promotoria iniciou uma investigação contra Brown logo após o começo da série. Hoje vivem em Las Vegas. A promotoria nunca chegou a denunciar a família Brown, mas a família denunciou Utah por impedir-lhes de praticar sua religião livremente.

O juiz Waddoups lhes deu razão e disse que proibir a coabitação vai contra a proteção das liberdades individuais contida na Primeira Emenda da Constituição. O magistrado já havia dado a razão para os Brown em dezembro, mas a sentença estava em suspenso enquanto decidia sobre a quantia dos prejuízos causados.

Entretanto, os demandantes renunciaram a serem compensados economicamente, tirando os custos de sua representação legal. A família opina que o importante do caso é o precedente da legalização da coabitação, que na prática legaliza viver com várias mulheres. A decisão reduz as leis contra a poligamia a seu sentido estrito: não se pode ter mais de um contrato de matrimônio.

A família Brown fez um comunicado na quarta-feira no qual agradece o trabalho de seus advogados e pede respeito para a prática de sua religião, apesar de serem conscientes de que muita gente desaprova os matrimônios múltiplos.

O promotor geral de Utah, Sean Reyes, havia anunciado que recorreria da sentença na Corte de Apelações correspondente antes da decisão final se tornar pública na quarta-feira. Entretanto, na quinta ainda não havia confirmado se recorreria.

Os matrimônios múltiplos são ilegais em todos os Estados Unidos desde meados do século XIX. Entretanto, alguns membros das comunidades mórmons de Utah seguem praticando-os de maneira informal e mais ou menos tolerada aonde são muito presentes, desde que não chamem muito a atenção. Calcula-se que por volta de 38.000 mórmons praticam a poligamia em Utah. A ficção televisiva deu algumas pistas com a série Big Love, mas esta realidade ficou evidente quando em 2010 o canal de televisão TLC começou a transmitir Sister Wives.

Desde então, os Brown são uma família famosa que conta sua vida diária em seu site na internet.

Anne Wilde, co-fundadora do grupo Principle Voices, que defende a poligamia, disse para a agência Associated Press nesta quinta-feira que com esta decisão as famílias mórmons já não precisarão viver com medo da justiça. “Agora que não somos criminosos, é um grande alívio. Já não precisaremos temer que alguém bata na porta e leve nossos filhos. Espero que esta decisão elimine o estigma de viver sob um princípio que é uma forte crença religiosa”.

Os sete milhões de mórmons dos EUA tiveram seu momento de maior exposição pública nas eleições presidenciais de 2012. O republicano Mitt Romney foi o primeiro candidato desta religião, que desperta receios e preconceitos em boa parte da sociedade norte-americana. Romney é um devoto seguidor da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, uma das maiores congregações de mórmons junto com a Irmandade Apostólica Unida.

Existem aproximadamente 15.000 fundamentalistas mórmons que não pertencem a nenhuma das duas, segundos dados recolhidos pela AP.

Fonte: El País

...Então virá o fim! A seita que nasceu na China e diz que Jesus encarnou numa mulher

"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim."

Mateus 24:4-6

Imagem meramente ilustrativa

Agressões, ameaças, raptos e homicídios. As formas de evangelização da Igreja de Almighty God levaram à detenção de mais de mil fiéis em três meses. Cinco estão a ser julgados por homicídio.

A imagem captada por um telemóvel(celular) gira nervosamente. Foca pés e pernas. Ouvem-se gritos. Soa a pânico. A tentativa de obter uma prova do que se está a passar em pleno Mcdonald’s de uma cidade chinesa. Há pessoas imóveis sem saberem o que fazer. Há uma agressão violenta. O homem que filma corre porta fora. 

A mulher a seu lado chora desesperada. Há sangue. O sangue vem de uma mulher que, minutos antes, esperava o marido e o filho para jantar. Fora abordada por uma família – um pai, um filho de doze anos, duas filhas maiores e duas outras mulheres. Recusou fornecer-lhes o seu número de telemóvel. O homem gritou com ela. “Vai para o inferno, demónio”. E continuou a agredi-la com um cabo de vassoura. Até que a matou.


"Zhang Lidong confessou o crime às autoridades. Disse que tinha que matar aquela mulher porque ela era um "demónio". Não mostrou remorsos."

O homicídio ocorreu em maio na cidade chinesa de Zhaoyuan, na província de Shandong, e levou à detenção de cinco suspeitos agora em julgamento. O sexto não se sentou no banco dos réus por ter apenas 12 anos. É filho de Zhang Lidong, um marinheiro desempregado de 54 anos que, naquela noite, estava no McDonald’s acompanhado de outras duas filhas, de 18 e 29 anos, e duas outras mulheres. O grupo começou a ser julgado a 21 de agosto e, numa sessão de oito horas,  manteve o que já tinha dito às autoridades: mataram em legítima defesa porque aquela mulher era um “demónio”.




Wu Shuoyan, 37 anos, estava à espera do marido e do filho de seis anos para jantar. Aquela família sentou-se ao seu lado e começaram a conversar. “Conheci umas pessoas meio loucas”, escreveu numa mensagem de telemóvel que enviou ao marido às 21h17. Foram as últimas palavras que lhes escreveu. Quando recusou fornecer o seu número de telemóvel, Zhang Lidong agarrou num cabo de vassoura e começou a agredi-la. “Não voltes na próxima reencarnação”, gritava. O resto do grupo ameaçava clientes. Se eles interviessem tinham igual destino.

O grupo foi detido e a polícia anunciou que faziam parte da Church of Almighty God (Igreja de Deus Todo Poderoso, tradução livre), também conhecida por Eastern Lightening. Numa entrevista que concedeu a uma televisão chinesa, a partir da cela onde ficou preso, o principal suspeito não mostrou qualquer remorso. “Ela era um demónio”. E corroborou que ele e os co-arguidos eram membros da igreja.

O julgamento dos cinco suspeitos de homicídio
A seita que acredita que Jesus encarnou numa mulher

A Almighty God, ou Eastern Lightning, nasceu nos anos 90.  Zhao Weisha, professor de Física, conheceu Yang Xiangbin, em Zhengzhou, província de Henan. A mulher auto intitulava-se “Lightning Deng” (relâmpago de Deng) e tinha escrito um livro com uma nova versão chinesa da história de Cristo. Chamava-se “Lightning From the Orient” e é ainda hoje a bíblia seguida por um milhão de fiéis. Foi Zhao que a declarou a reencarnação de Cristo e que a elegeu como líder espiritual.

Eastern Lightening à esquerda e o companheiro que fundou o movimento, Zhao Weishan
Os dois chegaram a integrar a lista de procurados da polícia chinesa e terão viajado para os Estados Unidos com passaportes falsos, onde pediram asilo politico. Será a partir do bairro ChinaTown em Nova Iorque que gerem a Church of Almighty God, já com ramificações em todo o mundo. Durante anos, este culto foi mantido em secretismo até que, em 2012, a propósito da profecia do apocalipse Maia alguns grupos começaram a assumir as suas crenças. Um designer de interiores de 30 anos contou à Vice, em 2013, que a maior parte dos crentes eram pessoas com “pouca formação” e grande parte “desempregados”. Na sua terra chegou a assistir a encontros de mulheres nuas que dançavam à volta de fogueiras. Há relatos de que convenciam novos membros através da sedução.


"O grupo começou por dedicar-se a recolher membros nos meios rurais. Hoje há muitos crentes que têm formação superior."



A realidade que Wei Guangzheng testemunhou é, no entanto, diferente daquela descrita um ano depois pelo The Telegraph. Aqui conta-se a história de Peng Lijuan, uma mulher de 28 anos formada em Ciências da Computação e que terá sido aliciada a juntar-se à Igreja de Deus Todo Poderoso. Em casa deixou os seus documentos, os seus bens pessoais. E o marido. Peng, o homem que a perdeu para a religião, conta que já algum tempo que a mulher deixara de ter vontade de trabalhar e que passava muito tempo a ver vídeos na internet. “Andava muito misteriosa, sempre a guardar segredos e sem permitir que vissem os seu telemóvel”, diz.

Não foi caso único. Em Pequim, Qi Jiangui, engenheiro numa fábrica de peças de carros, diz que 90% dos novos membros da seita são mulheres e que foram levadas para a Igreja por intermédio de amigos ou familiares. Os dois homens recusam que a seita possa estar ligada a orgias, a chantagens sexuais ou a raptos de padres como se tem dito. “Pode haver casos extremos, mas basicamente os membros da Igreja são pessoas de coração bom”, diz Qi, que foi deixado com um filho ainda pequeno para criar. No entanto, deixa a ressalva. “Pode ver como é que este culto está tão longe do Cristianismo, que apregoa que a família é importante. Quem diria a uma mãe para deixar a sua criança para trás?”.


"Estima-se que 30 mil famílias tenham sido abandonadas por familiares que quiseram juntar-se à seita. Há páginas na internet onde se relatam estas histórias"

Qi é uma das centenas de pessoas que usam a internet para deixar o seu testemunho. “Deve haver 30 mil famílias em Pequim que foram abandonadas”, diz. “Pelo que as pessoas dizem, o culto é como uma pirâmide e os membros da base não conhecem os de topo. O propósito é juntar dinheiro. Têm de dar donativos”, disse. “Agora estão à procura de membros com mais formação”. E dá o exemplo de uma mulher pós-graduada que se juntou à Igreja e de um polícia que acabou condenado quando souberam que tinha integrado o grupo. O jornal inglês “The Telegraph” conseguiu o testemunho de um membro da seita, uma mulher de 31 anos que pediu para não ser identificada. Ela acabou por abandonar a seita e teme represálias.


"A estratégia entra aos poucos dentro de ti. É como ter aulas. Dizem-nos que há três passos para acreditar em Deus. Primeiro acreditas em José, depois em Cristo, depois na reincarnação de Cristo. Pedem-nos para converter mais pessoas ou Deus ficará chateado. Os encontros são dirigidos por 'professores'. Os novos membros, como eu, não podem fazer perguntas sobre as suas vidas pessoas. Só conhecia a minha professora como a "Pequena Vermelha" (tradução livre). Nem sabia o seu nome verdadeiro".
Ex-membro da seita

À Vice, um conhecido pastor americano que foi detido na China por suspeitas de integrar a seita, contou que há uma certa “paranoia” no país por causa da “Eastern Lightning”. Dennis Balcombe acabou libertado porque nada tinha a ver com o movimento, mas ainda chegou a ser atacado pelos seus membros durante um seminário em Hong Kong. “Eles são extremamente violentos e usam o sexo para converter as pessoas. Ouvi histórias de pessoas queimadas, torturadas e a quem foi dito para matarem os seus filhos. Quando és raptado, não te libertam durante seis meses. 

E fazem-te uma lavagem cerebral”, disse.
É como a “máfia”, prossegue o padre. “Eles não estão só preocupados com a religião, mas em extorquir dinheiro”. O governo chinês acredita que haja financiamento do exterior. E que até existam padres a receber dinheiro para converterem os seus fiéis a este Cristo que reencarnou numa mulher.

Uma batalha contra o “Grande Dragão Vermelho”

A Almighty God é contra o Partido Comunista Chinês, ao qual se refere como o “Grande Dragão Vermelho”. Ligada a crimes de extorsão e rapto, a seita chegou a integrar uma lista de 14 grupos religiosos banidos pelo Ministério Chinês de Segurança Pública desde 1995. Emily Dunn, investigadora de estudos asiáticos na Universidade de Melbourne, fez uma tese de doutoramento sobre este grupo. À CNN explicou que a ilegalidade tornou o grupo “secreto e paranoico”. Os membros não se conhecem entre si para não correrem o risco de se denunciarem em caso de detenção pela polícia. Enquanto o governo chinês apertou o cerco a estes grupos religiosos, a Church of Almighty God aumentou o seu discurso antigoverno.


"A Igreja defende-se contra o que diz serem "rumores" criados pelo governo chinês, que baniu 14 grupos religiosos no país."

Estima-se que este movimento tenha já um milhão de seguidores. O governo olha para o grupo como uma ameaça. “Houve registo de homicídios e agressões”, revela a investigadora. A polícia chinesa chegou mesmo a publicar imagens das atividades do grupo para alertar os pastores das igrejas que são aliciados a aderir à seita. E descreve-a como “um exemplo clássico de um culto do mal, que utiliza o nome de uma falsa religião para levar a cabo ações contra os outros”.

Membros da Igreja, que têm uma página de internet onde fornecem informação sobre o seu culto, responderam à CNN não ter um representante que responda pelo grupo no seu todo. Mas que é normal que o governo chinês os culpe do homicídio registado no McDonald’s. “Fazem circular falsos rumores para nos atacar”. Desde o homicídio registado em maio, a polícia chinesa já deteve mil membros do grupo.

foto_perfil
Sônia Simões

Fonte: Observador Portugal

...Então
Virá o

Fim!

Filósofo Luiz Felipe Pondé explica por que deixou de ser ateu



A revista Veja de 13/7 publicou entrevista interessante com o filósofo Luiz Felipe Pondé, de 52 anos. Responsável por uma coluna semanal na Folha de S. Paulo e autor de livros, Pondé costuma criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. 

Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, o filósofo também é estudioso de teologia e considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular. Pondé diz que “a esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. 

A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta”. 

Sobre sexo, ele diz: “Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.”

Leia aqui mais alguns trechos da entrevista:

Por que a política não pode ser redentora?


O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. 

Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem sem responsabilidade moral. 

O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. 

Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.

Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?

Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. 

O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.

Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?

Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo.

Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. 

É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.

O senhor acredita em Deus?

Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. 

Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. 

Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.

Por que o senhor deixou de ser ateu?

Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. 

Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

Fonte: CACP

Mara Maravilha polemiza ao comparar Ivete Sangalo com Jesus Cristo


Mara Maravilha polemiza ao comparar Ivete Sangalo com Jesus Cristo

Mara Maravilha rebateu as críticas que recebeu na web por ter ido ao show de Ivete Sangalo e compará-la a Jesus Cristo na noite da última quinta-feira (28) . "Eu me converti, mas não quero ficar rotulada como religiosa alienada. Falaram um monte, aí que começa a baixaria.

'O que você estava fazendo lá? Crente não tinha de estar em lugar assim', me falaram. Eu fui e vou onde eu tiver vontade de ir. Deus me dá liberdade e eu decido. Jesus também foi na casa de Zaqueu, foi na casa do cobrador de impostos. Jesus andava com as pessoas, andava com Maria Madalena. Eu vou andar com as periguetes, como Jesus andou. Estou de saco cheio de hipocrisia", desabafou ao Ego.

"Começaram a comentar com um monte de hipocrisia. O que eu disse é que Ivete está semelhante a Jesus, e que Ele é assim, quanto mais a gente se aproxima, mais a gente vê o quanto ele é lindo e quer ficar perto. Ivete é iluminada, feliz, alegre. Isso é bom e o que é bom é semelhante a Deus e Deus nos fez para sermos semelhantes a ele mesmo. À sua imagem e semelhança", afirmou.

Comparação

Mara Maravilha prestigiou o show de Ivete Sangalo em São Paulo e, após encontrar a cantora nos bastidores do evento, elogiou a baiana e a comparou com Jesus.

"Amo a Ivete. Ela é uma pessoa que, além do talento, tem humildade, generosidade. Acabei de sair do camarim e falei que Ivete está parecendo Jesus: quanto mais a gente se aproxima, mais a gente gosta, mais a gente quer", disse Mara, segundo informações do 'Ego'.


Ao lado do marido, Mara ainda revelou que Ivete é sua fã desde a infância: "é a segunda vez que vejo Ivete. Na verdade, terceira. Porque, na memória dela, ela conta histórias de que ela ia ao meu programa lá na Bahia. Ela me conta detalhes! A boneca que eu dei pra ela, o prêmio que ela ganhou". 

Fonte: Cenário MT

  É essa pessoa do vídeo abaixo que a mara chama de ''fonte de  luz"(illuminati ?), esses artistas gospel só me matam de vergonha!


O Vídeo que a Rede Globo foi proibida de repetir !

Assista - "Augusto Cury: Administrando os Pensamentos"- (Pare o que está fazendo e assista!!)


A partir da 1:04:12 - exatamente no 1:06:20 - ele começa a falar de JESUS, veja que frase espetacular sobre Ele: 

"JESUS CRISTO não cabe no imaginário humano, ELE não poderia ser fruto da criatividade humana!"

[Chupa ateu! rsrsrsrs]

Assista:

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Pergunta: "Como posso perdoar àqueles que pecaram contra mim?"

Resposta:  Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

 O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós. Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12). Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

 Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus. Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros. Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco? A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4).

Got Questions


É certo fazer propósito em dinheiro para ser abençoado por Deus?

Você Pergunta: É certo fazer propósito em dinheiro para ser abençoado? O pastor da igreja que congrego pediu R$ 365,00 posto junto com a foto de minha família para sermos abençoados até o final do ano. Estou em dúvida se devo colocar ou não o dinheiro junto com a foto de minha família.
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Caro leitor, considero essa prática realizada por esse pastor um estelionato! Esse pastor está condicionando a bênção de Deus a certa quantia em dinheiro colocada ao lado de uma foto, apelando para o emocional de pessoas que desejam bênçãos de Deus a seus entes queridos e buscando com isso obter lucro. Ele faz praticamente uma chantagem emocional e extorqui as pessoas! Que absurdo!

Não há na Bíblia qualquer texto que apoie essa prática. A bênção de Deus não pode ser comprada. Suponhamos que alguém não tenha esse dinheiro ou não possa por algum motivo dispor dele nesse momento. O fato de não colocá-lo ali junto à foto fará com que Deus NÃO abençoe a família daquela pessoa? “Somente” a oração não é suficiente? O dinheiro ali colocado fará com que a mão de Deus seja movida a favor daquela família? Fora isso, temos ainda outro absurdo: a promessa de que Deus obrigatoriamente fará algo, como se esse pastor tivesse o domínio do que Deus fará ou não na vida de alguém.
Abramos os olhos, pois essa é uma forma de manipulação muito comum, principalmente aos adeptos da teologia da prosperidade. É uma manipulação maligna, que não vem do Senhor. Em nenhum verso da Bíblia encontramos qualquer orientação a isso, pelo contrário, Simão, quando quis comprar a bênção de Deus com a qual Pedro e os apóstolos faziam a obra de Deus, foi duramente repreendido (Atos 8. 14-25). 

Veja:
Vendo, porém, Simão que, pelo fato de imporem os apóstolos as mãos, era concedido o Espírito [Santo], ofereceu-lhes dinheiro propondo: Concedei-me também a mim este poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo. Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois julgaste adquirir, por meio dele, o dom de Deus. Não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus.” (Atos 8.18-21)

Além disso, uma das orientações de Jesus aos seus discípulos quando lhes deu sua missão especial, foi a gratuidade no exercício dos dons de Deus: “Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai.” (Mateus 10.8). Se os apóstolos cobrassem por qualquer exercício dos dons estariam indo contra as ordens de Cristo.

Assim, caro leitor, não se deixe levar por esse tipo de apelo. Se sua igreja tem caminhado por esse caminho, infelizmente, tem deixado de andar biblicamente. Compras e vendas de bênçãos, mesmo que com uma “roupa” bonitinha confeccionada pelos pastores ou até pelas ovelhas avidas por bênçãos, não tem respaldo bíblico.

Esboçando Ideias

Unidos por Israel

Eguinaldo Hélio de Souza
Sim, somos cristãos Unidos por Israel. Declaramos nosso amor pelo povo judeu como um legítimo reconhecimento por tudo o que recebemos desse povo em particular (Rm 3.1, 2; 15.27). Entendemos nosso dever de orar por eles (Rm 10.1) e de reconhecer no atual Estado de Israel o cumprimento das promessas bíblicas (Isaías 66.8; Amós 9.14, 15). Há um Deus que rege a história e, portanto, a existência de Israel tem conotações proféticas e históricas importantes dentro dos propósitos divinos.
No entanto, sabemos que nem todos os cristãos pensam assim. Alguns inclusive assumem um sentimento antissemita que não se harmoniza com os sentimentos cristãos. Pensamos que aqueles que afirmam não ser antissemitas, mas apenas antissionistas, estão fazendo uma declaração incoerente. É como se disséssemos reconhecer o direito de uma pessoa existir, mas negássemos seu direito de ocupar lugar no espaço.
Outros são cristãos legítimos e sinceros e, no entanto, opõem-se a Israel por motivos particulares e diversos. Nós, cristãos que amamos Israel, não desejamos que nosso amor a essa nação nos faça inimigos dos cristãos que pensam diferente.
Nosso amor pelos judeus não significa desamor para com os cristãos que não amam Israel. Não nos sentimos pressionados entre alternativas. Amamos Israel e amamos a Igreja de Cristo, mesmo os indivíduos dentro dela que não concordam com nossas posições. Somos Unidos por Israel. Não queremos ser desunidos pela causa de Israel.
 Também é importante dizer que uma declaração de nosso amor pelos judeus não significa desamor por outros povos e nações. Como cristãos, devemos amar o mundo que Deus amou (João 3.16) e isso inclui tanto árabes quanto judeus. 
Entretanto, amar não é negar nossas firmes posições e nem ocultar nossas opiniões. Temos o pleno direito de expressá-las e defendê-las. Nosso respeito não significa concordância irrestrita, seja com cristãos que se opõem a Israel, seja com povos que declaram abertamente seu ódio aos judeus e manifestam o desejo por sua destruição. Nosso apoio a Israel não é irracional ou injusto. Vemos nas Escrituras apoio suficiente para sua existência, como também o viram as autoridades britânicas durante os primeiros anos do Movimento Sionista.
Chaim Weizmann, presidente da Agência Judaica, órgão que representava os judeus antes da existência de seu Estado, assim escreveu em sua autobiografia:
Nunca lhe ocorreu [isto é, nunca ocorreu a Lucien Wolf, antissionista declarado] que homens como Balfour, Churchill, Lloyd George, fossem profundamente religiosos e acreditassem na Bíblia, de tal maneira que nós, os sionistas, representássemos para eles uma grande tradição pela qual sentiam enorme respeito.[1]
O Estado judeu se tornou uma realidade não apenas por causa dos judeus, mas também devido àquilo que os cristãos acreditavam sobre a Bíblia. E somente por causa das Escrituras podemos orar, abençoar, apoiar e amar a Israel e aos judeus.
Ainda é preciso dizer que nosso respeito à Israel não se apoia em alguma infalibilidade por parte dos judeus ou de seus líderes. É óbvio que tomam decisões erradas, é óbvio que falham. Quando a falha não ocorre entre as altas lideranças ocorre entre os próprios soldados e civis, propensos a ódios, excessos e erros como qualquer outro. Pelo contrário, nossa defesa ao seu direito à terra se fia na justiça divina e não na justiça humana:
Não é por causa da tua justiça, nem pela retidão do teu coração que entras a possuir a sua terra, mas (...) para confirmar a palavra que o SENHOR, teu Deus, jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó. Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o SENHOR, teu Deus, te dá esta boa terra para possuí-la, pois tu és povo obstinado. (Dt 9.5, 6).
Os judeus conscientes por seu lado não reivindicaram a terra porque fossem melhores do que outros seres humanos. Julgavam-se igual a todos os homens e por isso lutaram para viver novamente na terra de seus antepassados:
Temos o direito de ser tratados como seres humanos normais, capazes de ingressar na família das nações como iguais e de ser senhores de nosso próprio destino. Odiamos o antissemitismo tanto quanto o filossetimismo. Ambos são degradantes.[2]
Não podemos ser ingênuos
Reconhecer os erros de Israel por outro lado não significa ignorar seus acertos bem como as más intenções de seus inimigos. Os cristãos que condenam Israel parecem fazer vistas grossas ao ódio e às ameaças abertas de seus inimigos. Relacionar aqui as inúmeras declarações de intenção de destruir Israel, feitas por seus inimigos, não seria só cansativo, como desnecessário. Os críticos cristãos de Israel geralmente são pessoas instruídas, com pleno acesso à mídia, que sabem muito bem as  intenções por trás de muitas declarações aparentes de boa vontade.
Como escreveu Mosab Hassan Yousef, filho do fundador do HAMAS:
Portanto, para o Hamas, o problema supremo não era a política de Israel. Era Israel em si, a existência daquele Estado-nação.[3]
Essa não é uma declaração isolada. O extermínio da nação de Israel permanece o objetivo de várias nações árabes desde o surgimento. É um fato sabido por todos. E quando cristãos ignoram os discursos de ódio por parte dos árabes com relação aos judeus eles estão sendo cúmplices desses sentimentos. Não é necessária grande quantidade de informação e de análise política para saber que se a paz não aconteceu ainda é porque de fato o interesse não é a paz, mas o extermínio de Israel.
Na maioria das vezes o que existe é uma ingenuidade voluntária, que não passa de mero partidarismo alimentado por influência ideológica e não pela sinceridade ou pelo desejo de justiça.
Ser justo é defender os inocentes e não apenas os que sofrem
A verdade é que Israel tornou-se uma nação forte em pouco mais do que seis décadas. Possui poderio bélico de alto poder de destruição. Sua situação econômica sem dúvida é muito superior ao dos chamados palestinos. Isto, contudo, não faz de Israel o culpado e de seus atacantes inocentes. Ninguém é culpado por ser rico ou inocente por ser pobre. Somos culpados ou inocentes de acordo com nossas ações. Em outras palavras, o poderio bélico de Israel não o torna culpado da mesma forma como a pobreza dos palestinos não os tornam inocentes. Julgar dessa forma é alterar o sentido de justiça.
Não admitirás falso rumor e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa. Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com o maior número para torcer o direito. Nem ao pobre favorecerás na sua demanda. (Êxodo 23.1-4)
Não fareis injustiça no juízo; não aceitarás o pobre, nem respeitarás o grande; com justiça julgarás o teu próximo. (Levítico 19.15)
Uma amostra de julgamento incoerente pode ser visto no muro que separa Belém e outras cidades de Israel. Não resta dúvida de que ele cria segregação e prejudica os palestinos sob vários aspectos. A pergunta é: por que o muro foi construído? Todos sabem que foi para evitar o terrorismo, que de fato diminuiu significativamente após sua construção. Entretanto, o governo judaico é acusado de perverso por esse ato enquanto não se faz qualquer menção ao terrorismo como se matar pessoas fosse um direito e protegê-las uma ofensa. Este é apenas um exemplo.
Alguns se queixam de que a história é escrita pelos vencedores. E na maioria das vezes é mesmo, pois os perdedores não têm condição de escrevê-la. No entanto, dizer que é escrita pelos vencedores não quer dizer que foi escrita pelos culpados enquanto os inocentes foram silenciados. A Alemanha nazista perdeu a guerra e nem por isso era inocente. Tudo o que a respeito do nazismo foi escrito pelos vencedores é plenamente verdadeiro.
Forte e fraco não são sinônimos de culpado e inocente. Ninguém que procure julgar com justiça seguirá esse caminho, pois esse não é o caminho de Deus.
Duas espécies de peso e duas espécies de medida são abominação para o SENHOR, tanto uma coisa como outra. Provérbios  20.10
O que justifica o ímpio e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro. Provérbios 17.15
A culpa e a inocência não são inerentes a grupos étnicos ou classes sociais. Avaliar segundo esses critérios embotará o senso de justiça de qualquer um. Nem sempre os que usam da palavra justiça são os que a estão praticando ou que estão avaliando segundo ela.
Devemos amar os inimigos de Israel e os cristãos que se opõem a Israel. Só não podemos alegar que são inocentes ou que são justos em sua avaliação. Somos Unidos por Israel porque acreditamos no que dizem as Escrituras a seu respeito. Por esse mesmo motivo rejeitamos os que abertamente defendem a sua destruição e aqueles que substituem a Palavra por ideologias humanas.

Quem é realmente Marina Silva?

Criei este álbum, com a indispensável ajuda da minha querida esposa, Jéssica Cozza e postei lá no Facebook. Aí resolvi trazer pra cá também. Quem puder, que espalhe. O Brasil precisa lidar com fatos, não com endeusamento e mitologia de uma até agora ilustre desconhecida. Afinal, além de viúva e política profissional, ela nunca foi mais nada na vida.











Fonte: Homem Culto

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Cresce perseguição a evangélicos na América Latina

Enquanto cristãos são ameaçados e mortos em diferentes países do mundo por causa de sua fé, os evangélicos da América Latina veem aumentar a perseguição contra eles, mas em outros termos. Eles não são decapitados nem crucificados, mas vem sofrendo sanções políticas de seu direito de cultuar livremente.

Medidas de governos tem impedido a abertura de novas igrejas e também tentando fechar os templos já existentes. Na Bolívia, a Associação Nacional dos Evangélicos da Bolívia (ANDEB) trava uma batalha jurídica, que inclui uma petição de Inconstitucionalidade ao Tribunal Constitucional buscando a revogação de leis assinadas pelo presidente Evo Morales.

Defensor do chamado “socialismo bolivariano”, que tem mostrado sua influência em países vizinhos como Venezuela e Brasil, Morales estabeleceu regras que são empecilhos à liberdade religiosa. A advogada Ruth Montaño, que auxilia juridicamente a ANDEB contesta: “Essa lei é totalmente inconstitucional, incongruente com o artigo 4 da Constituição”.

Os evangélicos são minoria no país, cerca de 1,6 milhão de pessoas. O Decreto 1987 e a Lei 351, criados pelo governo de Evo e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bolívia, tem como objetivo “regular a concessão e registro da legitimidade para igrejas, grupos religiosos e crenças espirituais, cujos objetivos não envolvem lucro”.

Morales deseja que qualquer organização religiosa no país precise reaplicar para ser considerada legalizada a partir do próximo ano. Para que isso aconteça, as denominações devem apresentar uma “lista autenticada” contendo os nomes, números da carteira de identidade, certidões de impostos e arquivos da polícia de seus líderes, bem como a relação oficial contendo nomes e números de identificação de todos os seus membros.

As igrejas também precisam fornecer um cronograma de todas as suas atividades anuais “para o controle e acompanhamento” pelo Ministério das Relações Exteriores. Quem se negar ou não preencher corretamente a documentação exigida, terá seu registro oficial cancelado, o que levaria ao confisco de propriedades da igreja, proibição de realizar cultos e fechamento de centros de treinamento.

“A ameaça de revogar os documentos que nos legaliza, simplesmente por decisão de um burocrata estatal, viola o devido processo legal”, disse Montaño. Lembrou também que antes de ser eleito, em 2009, Evo Morales defendia um Estado laico e desmentiu todos os rumores que fecharia igrejas. Depois de 5 anos no poder, ele mudou sua perspectiva e esqueceu dos compromissos firmados com líderes na época.

Um dos países mais fechados para o evangelho do continente desde que passou a ser comunista, Cuba aumentou a perseguição religiosa nos últimos anos, segundo comprova um relatório da organização Christian Solidarity Worldwide, com vários registros de hostilidade, tortura e prisões.

Somente no primeiro semestre de 2014, foram registradas 170 violações de liberdade religiosa, tendo dezenas de vítimas. Em contraste, no mesmo período de 2011 foram 120 casos, com 40 vítimas.

O governo cubano emprega táticas brutais incluindo a intimidação de pastores e líderes, ameaças de fechamento das igrejas, confisco de imóveis, demolição de igrejas e prisões temporárias. “É angustiante ver um aumento tão significativo e sustentado de violações relatadas da liberdade religiosa em Cuba”, disse Mervyn Thomas, diretor da CSW. Segundo ele, o governo cubano tem se recusado a permitir que todas as organizações religiosas funcionem legalmente.

Na Costa Rica, as 2.500 igrejas que formam a Aliança Evangélica Costarriquenha estão preocupadas por que o governo impôs novas regras de funcionamento de templos. Com isso, cerca de 1.500 delas seriam proibidas de continuar funcionando.

O presidente do grupo evangélico, Juan Luis Calvo disse que fez um esforço para que todos se enquadrem nas novas exigências, mas que precisa do apoio do governo. Entre elas, estão o isolamento acústico dos templos, uma adequação muito cara para a maioria das igrejas evangélicas.  Várias já foram proibidas de funcionar em 2014.

Desde 2005 os evangélicos vêm travando uma luta política contra resoluções do governo que prejudicam o funcionamento livre dos templos, em especial os evangélicos. O governo alega que existem padrões mínimos de segurança e acessibilidade a serem respeitados e que os templos que não se adequarem serão fechados. 

Enquanto isso, os deputados do partidos ligados aos evangélicos como Renovação Costa Rica (RC), Restauração Nacional (RN) e Aliança Democrática Cristã (ADC), travam uma batalha no âmbito legislativo, mas o governo afirma que não há perseguição. 

Com informações de CBN, [2], Christian News
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