Unico SENHOR E SALVADOR

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sábado, 2 de agosto de 2014

Divertidíssimo: banco alemão alerta investidores sobre risco de reeleição de Dilma… e petralhas nada podem fazer sobre isso

dilma
Não, não há nada de divertido na situação econômica do Brasil. A situação vista em nossos indicadores está mais triste que o final de filmes como “O Campeão” (de Franco Zeferelli) e “A Menina de Ouro” (de Clint Eastwood). (Em tempo: esse pessoal que faz filmes de pugilista realmente gosta de uma choradeira ao final…)

Divertido é vermos o banco alemão Deutsche Bank fazer algo similar ao que fez o Santander recentemente… e a Dona Dilma não poder fazer absolutamente nada. De novo: como o Deutsche Bank é um banco plenamente estrangeiro, o governo bolivariano não pode fazer neca de pitiriba. Só se eles resolvessem invadir a Alemanha. É ruim, hein? Leia:
Depois do Santander, agora foi a vez do banco alemão Deutsche Bank recomendar aos seus clientes que reduzama exposição aos títulos da dívida soberana brasileira denominados em dólar por conta da possibilidade da reeleição de Dilma Rousseff (PT) e o “otimismo” demasiado dos mercados em relação a uma melhora nos fundamentos macroeconômicos do Brasil num eventual segundo mandato da presidente. 
Em nota enviada a clientes ontem, o estrategista para mercados emergentes do Deutsche Bank, Hongtao Jiang, rebaixou o peso dos títulos soberanos do Brasil em dólar de “neutro” para “underweight” (abaixo da média dos títulos que compõem a carteira sugerida para mercados emergentes), o que levaria os investidores a reduzir as suas aplicações nos papéis brasileiros em favor de outros países emergentes.
É isso aí: o Deutsche Bank vem de um país civilizado, não dominado por bolivarianos. Por isso, podem apontar os fatos, enquanto aqui no Brasil as empresas precisam escondê-los para se verem livres da fúria da extrema-esquerda.
Imagino o diálogo governista:
  • Assessor Petralha: Grande Chefa, outro banco avisou seus clientes sobre risco para a economia se você ganhar.
  • Grande Chefa: Eles continuam com isso? Achava que haviam aprendido a lição depois que colocamos uma mordacinha no Santander. Lance nossos cachorros militantes em cima deles, mandem tirarem as contas de lá e ameacem de processo.
  • Assessor Petralha: Chefa, desculpe…
  • Grande Chefa: Desculpe o quê? Quero eles de joelhos já!
  • Assessor Petralha: Não dá para fazer isso, Grande Chefa…
  • Grande Chefa: Claro que dá! Eu mando! Vocês fazem! Quero que eles façam pedido de desculpas amanhã, culpem um analista, o demitam em seguida e me homenageiem!
  • Assessor Petralha: Eles são da Alemanha e não estão vulneráveis às nossas ameaças.
  • Grande Chefa: (glup)
Devia ter uma câmera estilo “reality show” no Planalto. Só assim poderíamos ter visto a cara dos petralhas no momento de saberem desta notícia.

Fonte: Luciano Ayan

Agora eu fico pensando, será que toda essa "fumaça" não seria só mais uma medida de marketing politico para o PT influenciar ainda mais a massa/gado, afirmando que a elite banqueira está querendo tirar o "povo' do poder? 
Sei não viu, tudo isso parece muito conveniente! 

Leitura relacionada:


Terror petista: partido e governo pedem guilhotina para funcionários do Santander; eles serão entregues a Dilma numa bandeja!


A hipocrisia do PT esquerdista!

O pai chega em casa vestido numa novíssima camisa do PT. Entra no quarto do filho e beija o retrato do guerrilheiro assassino, vagabundo e drogado Che Guevara na parede. O rapaz espantado pergunta: * Que é isso pai? Ficou maluco? Logo você que é o maior "coxinha", "reaça" de primeira, vestindo a camisa do PT? - Que nada filho! Agora sou petista! Conversamos tanto sobre o Partido que você me convenceu! 

PT! PT! VIVA O PT! - grita o velho. 

O rapaz, membro do DCE da universidade onde já faz um curso de quatro anos há oito anos e fiel colaborador da JPT não se aguenta de tanta alegria! * Senta aí companheiro! Vamos conversar! O que foi que te levou a essa decisão? 

O pai senta-se ao lado do filho e explica: - Pois é... cansei de discutir contigo e passei a achar que você tem razão. Por falar nisso, lembra do Luís, aquele que te pediu dois mil reais da tua poupança emprestado para dar entrada numa moto? * O que tem ele? Pergunta o filho... - Pois é.. Liguei pra casa dele e perdoei a dívida. E fiz mais! Falei que ele não precisa se preocupar com as prestações, pois vou usar oitenta por cento da sua mesada para pagar o financiamento! * Pai!!!!! Você ficou louco? Pirou? - Filho, lembre-se que agora nós somos petistas! Perdoar dívidas e financiar o que não é nosso com o que não é nosso é a nossa especialidade! Temos que dar o exemplo! 

E tem mais! Agora 49% do seu carro eu passei para sua irmã. Vendi pra ela quase a metade do seu carro! Dessa forma você continua majoritário mas só podendo usá-lo em 51% do tempo! * Mas o carro é meu, papai! Não podia fazer isso! Não pode vender o que não é seu! - Podia sim! Nossa Presidenta fez isso com a Petrobrás e você foi o primeiro a apoiar! Só estamos seguindo o caminho dela! 

O garoto, incrédulo e desolado entra em desespero, mas o pai continua: - Outra coisa! Doei seu computador, seu notebook e seu tablet para os carentes lá do morro. Agora eles vão poder se conectar! * Pai! Que sacanagem é essa? - Não é sacanagem não, filho! Nós petistas defendemos a doação do que não é nosso, lembra? Doamos aviões, helicópteros, tanques para países comunistas... O que é um computador, um tablet e um note diante disso? 

Prestes a entrar em colapso, o garoto recebe a última notícia: - Filho, lembra daquele assaltante que te ameaçou de morte, te espancou e roubou teu iPhone? Vou agora mesmo retirar a queixa e depois irei para a porta da penitenciária exigir a soltura dele, dizendo que ele é inocente! * Pai... pelo amor de Deus!... Você não pode fazer isso... O cara é perigoso! Ele pode me perseguir! Ele pode me bater mai ainda!. Estou com medo! - Perigoso nada! É direitos humanos que nós pregamos, filho! Somos petistas com muito orgulho! * Mas o cara me espancou! Me roubou, pai! - Alto lá! Não há provas disso! Isso é estado de exceção! O rapaz é inocente! Nós fizemos a mesma coisa com os companheiros acusados no mensalão! * Mas ele estava armado quando a polícia chegou! - E daí????? Ele estava armado mas quem prova que a arma era dele? A revista Veja? Isso é coisa de reaça, filho! * Papai, você ficou doido! 

E o pai finaliza: - Fiquei doido? Na hora de defender bandido que roubou uma nação você é petista, mas se roubarem você, deixa de ser. Na hora de doar, perdoar dívidas e fazer financiamentos com o dinheiro dos outros, você é petista. Mas se fizer o mesmo com você, deixa de ser. Na hora de dilapidar o patrimônio nacional, vendendo o que é mais precioso e não pertence ao PT e sim ao povo, você é petista, mas se vender metade do que é seu, você deixa de ser! 

Dito isso, tirou o cinto de couro grosso e mandou a cinturada no moleque! - 

TOMA ISSO SEU CRETINO PRA APRENDER A SER HOMEM E ASSUMIR SUAS IDEIAS! VAGABUNDO ORDINÁRIO! SALAFRÁRIO! PEGA AS SUAS COISAS E SUMA DAQUI SEU PETISTA SAFADO! *

 Vou pra onde, papai? Perguntou chorando... - Dane-se .Agora você é um dos sem-teto que você defende, seu moleque cagão! E vai se consultar com médico cubano, porque eu cancelei teu plano de saúde! Dois dias depois o moleque bateu na porta curado. Não era mais petista e não havia mais DCE ou JPT. 

E nem chamava o pai de "reaça". O milagre da educação aconteceu. O mal do petista é falta de cinturada no lombo! 

  https://www.facebook.com/dilmaralada

Mosab Hassan Yousef - impressionante entrevista com o autor de Filho do ...



YOUSEF, Mosab Hassan. Filho do hamas: um relato impressionante sobre terrorismo, traição, intrigas políticas e escolhas inpensáveis. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.


A HISTÓRIA REAL DE UM FILHO DO HAMAS QUE SE TORNOU ESPIÃO ISRAELENSE, SE CONVERTEU AO CRISTIANISMO E AJUDOU A COMBATER UMA DAS MAIORES ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS DO MUNDO.

Desde a infância, Mosab Hassan Yousef viveu nos bastidores do grupo fundamentalista islâmico Hamas e testemunhou as manobras políticas e militares que contribuíram para acirrar a sangrenta disputa no Oriente Médio. Por ser o filho mais velho do xeique Hassan Yousef, um dos fundadores da organização, todos acreditavam que ele seguiria os passos do pai.

Às vésperas de completar 18 anos, movido pela raiva e pelo desejo de vingança, Mosab decide assumir um papel mais ativo no combate a seus opressores e acaba sendo preso e levado para o mais terrível centro de interrogatórios israelense.

Depois de dias sob tortura, ele recebe uma proposta do Shin Bet, o serviço de inteligência interno de Israel: sua liberdade em troca da colaboração para identificar os líderes do Hamas responsáveis por ataques terroristas. A princípio, considera a oferta absurda. Afinal, como poderia trair sua religião e seu povo e ajudar seus inimigos? Filho do Hamas é o relato impressionante do caminho inesperado que Mosab resolve seguir ao questionar o sentido de um conflito que só traz sofrimento para os inocentes, sejam eles palestinos ou israelenses. 


No livro, ele revela como se tornou espião do Shin Bet, narra passagens da vida dupla que levou durante 10 anos e fala das escolhas arriscadas que fez para conter a violência de uma das organizações terroristas mais perigosas do mundo. Esta é também uma história de transformação pessoal, uma jornada de redescoberta espiritual que começa com a participação de Mosab num grupo de estudos bíblicos e culmina na sua conversão ao cristianismo e na crença de que "amar seus inimigos" é o único caminho para a paz no Oriente Médio.

Confira a entrevista feita ao autor do Livro.

Ex-terrorista convertido fará filme para mostrar a "verdadeira face do Islã" Autor de Filho do Hamas volta a Israel 5 anos depois.

June 20, 2012

Mosab Hassan Yousef é filho de um dos fundadores da organização terrorista Hamas. Ele ficou famoso por ter se convertido ao cristianismo e escrito o best seller "Filho do Hamas". Na autobiografia, ele narra como foi um agente secreto para Israel durante uma década. Os palestinos seguidores do Hamas o consideram um traidor, e o seu pai, sheik Hassan Yousef o deserdou.

Às vésperas de completar 18 anos, cheio de raiva e desejo de vingança, Mosab decidiu assumir um papel ativo no combate aos inimigos do seu povo, os palestinos, mas acabou sendo preso e levado para um centro de interrogatórios israelense.

Após passar dias sob tortura, recebeu uma proposta do Shin Bet, o serviço de inteligência interno de Israel: sua liberdade em troca da colaboração para identificar os líderes do Hamas responsáveis por ataques terroristas.

Ao questionar o sentido de um conflito que só traz sofrimento para os inocentes, sejam eles palestinos ou israelenses, aceitou se tornar espião do Shin Bet. Vivendo uma vida dupla, precisou fazer escolhas arriscadas para conter a violência de uma das organizações terroristas mais perigosas do mundo.

Agora, cinco anos após ser jurado de morte e ter fugido para os EUA, ele voltou a Israel para dar conferências, a convite do jurista árabe Ayoob Kara. O porta-voz do jurista, Mendi Safadi, informou que Yousef ficará em Israel durante quase um mês dando palestras em universidades e outros locais.

Mas sua chegada não foi tranqüila. O jornal Haaretz relatou que Yousef chegou a Israel sem ter um visto, tendo ficado detido no aeroporto por várias horas.

Durante uma entrevista coletiva ele disse aos repórteres que está preparando um filme, pois "este é o momento para expor a verdadeira natureza do Islã. O Islã não é uma religião de paz", afirmou Yousef.

"O Islamismo é uma religião de guerra e a maioria dos muçulmanos não entende a verdadeira natureza do Islã. Eu gostaria de anunciar isso aqui em Jerusalém, próximo ao Monte do Templo".

Perguntado se tem algum arrependimento sobre ter escolhido a fé cristã, declarou: "Normalmente as pessoas têm vergonha quando fazem algo errado. As pessoas gostam de viver na escuridão... Eu vivo na luz. Eu não fiz nada de errado, estou ajudando a salvar vidas".

A mãe de Yousef, Rubha, foi procurada pela imprensa para falar sobre a volta do filho ao seu pais de origem, mas foi enfática: "Ele deu sua lealdade a uma religião diferente do Islamismo. Somos muçulmanos e ele atacou a nossa religião. Eu não devo ser tratada como sua mãe porque ele não é mais meu filho"
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Lógica feminista:

Lógica-Feminina

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A rebelião dos canários-Visão Judaica

Por; Pilar Rahola*

Os mineiros tinham, até bem adiantado o século XX, uma técnica infalível para se protegerem nas profundidades da rocha: os canários.

A pequena ave, mais sensível que o homem à falta de oxigênio e aos gases tóxicos, morreria primeiro que estes se nas minas houvessem gases venenosos ou demasiado monóxido de carbono. Se os mineiros vissem os canários morrerem ou asfixiarem-se, sabiam que deviam abandonar a mina a toda velocidade. O canário era o primeiro que sofria por um mal que acabaria por matar a todos.

Em Skopje, na ex-Iugoslávia, encontrei certa vez um ancião que havia sobrevivido à história eriçada de guerras de seu país. Contou-me o segredo de sua sobrevivência: "Quando os judeus são perseguidos ou escapam – disse com sua boca desdentada – é hora de fazer as malas".

O ancião iugoslavo tinha razão: na história moderna os judeus foram os "canários" do mundo. Elementos minoritários e vulneráveis da sociedade, os judeus sempre foram o primeiro alvo dos movimentos de destruição e desumanização.

Na Inglaterra do "apaziguamento", Winston Churchill denunciava o verdadeiro caráter da Alemanha nazista. Um regime que começa perseguindo os judeus – dizia Churchill – cedo ou tarde ameçaria a liberdade e a vida de todos.


A temperança moral do mundo é posta à prova. Se os judeus podem ser perseguidos ou assassinados impunemente – raciocinam os tiranos – então se pode passar para o próximo passo. Todas as grandes ditaduras de nossa época – nazismo, stalinismo, esquerda, direita – tiveram os judeus como o alvo predileto e como coelhinhos da Índia de sua violência assassina. Todas terminaram por causar milhões de mortos de todas as nações.

Se o gás mata o canário, cedo ou tarde matará o mineiro. E isto é o que sucede hoje em dia com o fundamentalismo islâmico. O integrismo é o novo totalitarismo que ameaça as sociedades ocidentais. Sob um verniz de conceitos religiosos, o fundamentalismo é uma doutrina política totalitária e fascista. Israel e os judeus foram o seu primeiro alvo e, graças à indiferença do mundo, agora o flagelo estende-se por qualquer lugar como uma impiedosa epidemia.

Quando israelenses morrem despedaçados pelas bombas terroristas, o mundo se cala. Vozes de condenação se levantam contra Israel e não contra os assassinos. Os algozes e não as vítimas recebem a solidariedade do mundo. O israelense entre as nações ocupa o mesmo lugar que o judeu entre os povos: o eterno culpado, o vilificado, o causador de problemas. Israel é acusado de causar o terrorismo islâmico. Na realidade, o Estado judeu é sua primeira vítima e é um campo de provas para os assassinos.

A covardia e a indiferença do mundo ao lidar com o terrorismo convenceu os assassinos de que poderiam atacar os Estados Unidos, a Europa e a Ásia. Assim, o terrorismo converteu-se num mal em escala mundial.

Houve também outros "canários" na história moderna. Em 1938 o estado pacífico e democrático da Checoslováquia foi a primeira vítima de Hitler. Foi um balão de ensaio do nazismo. Se Praga caísse, cairiam também Varsóvia, Amsterdã, Paris e Londres. No infame tratado de Munique, as potências democráticas claudicaram ante Hitler que, convencido de sua debilidade, sentiu-se confiante para lançar a Segunda Guerra Mundial.

A lógica de Munique continua viva, tanto na Europa quanto nos assassinos. Quando a voracidade de Hitler reclamava a Checoslováquia, França e Inglaterra assinalavam o pequeno país centro-europeu como o culpado de uma tensão que levaria à guerra. "Esse país insolente deve ceder – dizia Chamberlain, referindo-se à Checoslováquia – para salvar a paz". Praga foi forçada a ceder, a Checoslováquia desapareceu e ainda assim começou a guerra. Hoje em dia a mesma lógica se aplica a Israel. Frente ao terrorismo, Israel deve ceder, para salvar a paz.

A falácia desse argumento é óbvia: o fundamentalismo islâmico não busca a reivindicação territorial, senão a destruição de Israel e do Ocidente em seu conjunto. Frente a esta realidade, o Ocidente e especialmente a Europa são suicidamente cegos. 

Se, como a Checoslováquia, Israel cair ante o fundamentalismo, qual será o próximo passo? A França, que tem em seu seio milhões de muçulmanos e onde os grupos fundamentalistas ganham cada vez mais poder? A Inglaterra, onde imãs fundamentalistas queimam bandeiras inglesas?


O que o Ocidente parece não entender é que Israel é o campo de batalha onde está lançado seu próprio futuro. Se Israel cair frente ao terrorismo, então todo o Ocidente estará ameaçado. As mesmas redes de tráfico de armas e dinheiro que os terroristas usam para atacar Israel são utilizadas para atacar os Estados Unidos e outros países ocidentais. 

Im’ad Magnia, o assassino do Hezbollah que organizou o atentado à AMIA, foi ativo na rede que promoveu a tragédia do 11 de setembro. Ramzee Yussef, o líder do primeiro atentado às torres gêmeas em 1993 começou no Hamas. O Irã arma o Hezbollah e com as mesmas redes comandou o assassinato de dissidentes nas ruas de Berlim.


Em Istambul, a estratégia dos "judeus primeiro, depois o resto" é ensaiada com sangrenta eficácia: duas sinagogas foram atacadas e só uns poucos dias depois alvos ingleses e turcos também o foram.

Berlim e Jerusalém: Durante a Guerra Fria, o mundo pareceu ter aprendido. O Ocidente se deu conta de que Berlim era o canário que não podiam deixar morrer. Enquanto a ditadura comunista construía o muro de Berlim, John F. Kennedy visitou a cidade sitiada e clamou: "Eu sou um berlinense". Estava enviando uma mensagem clara e forte: Se Berlim é atacada, todo o Ocidente o é. Se deixamos Berlim cair, isolada e fechada em um mar de forças hostis, então nós seremos os próximos.

Israel – curioso paradoxo – é como Berlim: um oásis democrático e ocidental rodeado de forças hostis e de um mundo árabe em crescente radicalização. Assim como Berlim podia ser deglutida pela "maré" soviética, Israel pode desaparecer sob 20 ditaduras árabes.
Porém, a lucidez do mundo – em especial da Europa – durou pouco. 

A cegueira judeofóbica não deixa ver o óbvio e empurra a Europa para uma espiral suicida. Ao invés dee olhar o problema de frente, os europeus consideram Israel como "um perigo para a paz". Igualmente foi ridículo considerar Berlim – e não os que a ameaçavam – como um perigo para a paz. A mesma cegueira que fez com que Chamberlain chamasse Benès (o líder checoslovaco) de insolente e não a Hitler.

Aos franceses, que por moda ou ódio judeofóbico acusam Israel de ser "o país que mais ameaça a paz mundial", lhes perguntaria: Se o Hamas vence, como deterão os fundamentalistas da França? Na mente dos fundamentalistas, a queda de Israel aplainará o caminho para futuras conquistas, no coração mesmo da Europa.

Devido à cegueira e à covardia de Munique, a França passou a ser, de primeira potência do mundo a um patético país de terceira, e a Europa perdeu para sempre seu espaço de proeminência. Agora, graças a seu anti-semitismo e à sua hipocrisia, permitirá ao fundamentalismo islâmico reinar sobre o continente.

A Europa pensa "se Israel não existisse, o mundo seria um lugar mais seguro" da mesma maneira que pensava "se a Checoslováquia não existisse, a Europa estaria mais segura".
É tão ridículo como um mineiro que veja o canário sofrer se enoje com ele, em vez de pensar que ele e seus companheiros correm sério perigo.

A "correção política" e a covardia não deixam atacar o problema na raiz. Experts alemães realizaram, a pedido da União Européia, um estudo sobre os atos de anti-semitismo que assolam o continente. A conclusão foi taxativa: elementos radicais muçulmanos estavam por trás da onda de violência antijudaica e a "nova esquerda" dava legitimação e sustento ideológico aos ataques. A demonização de Israel na mídia, coadjuvava a violência.
A reação das autoridades frente a este estudo mostra porque a Europa vai direto ao desastre: o relatório foi engavetado por considera-lo demasiado "ofensivo". Em vez de fazer frente ao problema e tomar medidas enérgicas, a comissão encomendou outro relatório "mais balanceado".

Alguém dirá: "Sim, porém, e os palestinos?" "Eles são os oprimidos e não Israel". A atitude da Europa não tem nada a ver com os justos reclamos dos palestinos.
Também durante Munique os sudetos de origem alemã (no Oeste da Checoslováquia) foram considerados oprimidos. Eles foram a desculpa de Hitler para reclamar o desmantelamento do pacífico país centro-europeu, mesmo tendo Praga acedido a quase todas as demandas de autonomia dos sudetos.

Israel, tal como os judeus, não é odiado pelo que faz, senão pelo que é. Israel é odiado por ser um oásis democrático e ocidental num mar de ditaduras. Israel é odiado por apoiar-se em valores de humanidade e liberdade cercado de tiranias sangrentas. Israel é odiado porque representa um exemplo nefasto para ditadores e tiranos. Não são os defeitos de Israel que os terroristas odeiam – os quais existem em abundância -, mas suas virtudes. 

A Intifada não foi lançada por causa da falta de negociações de paz, mas para fazê-las fracassar. Os atentados suicidas começaram em pleno processo de paz, foram causa e não conseqüência de seu fracasso. Aos olhos da Europa Arafat ganhou popularidade e legitimidade precisamente após rechaçar a paz e lançar uma guerra.

A falácia de que maiores concessões por parte de Israel deterão o terrorismo é tão óbvia quanto perigosa. Os que ainda crêem, como a autora destas linhas, na justiça do reclamo palestino e na necessidade de um Estado palestino ao lado de Israel, devem saber que o terrorismo – e a hostilidade da Europa – têm pouco a ver com essa reivindicação.
A solidariedade com os palestinos é, talvez, uma das maiores hipocrisias do século. A Europa que colonizou o mundo árabe, que oprime suas próprias minorias muçulmanas e que cala complacente frente às tiranias que assolam o mundo muçulmano, se descobre como campeã dos direitos humanos precisamente no tema palestino.


A Europa, que – como a França – interveio dezenas de vezes em suas ex-colônias africanas, lava suas culpas nas costelas de Israel. A Europa que inventou o colonialismo, o genocídio e o totalitarismo, converte as vítimas em culpados. A Europa jamais protestou quando os palestinos eram submetidos pelo Egito, Síria e Jordânia. Tampouco quando o Kuwait expulsou 300 mil palestinos de seu território. Só quando Israel é o suposto "perpetrador", a solidariedade se faz ver.

Longe de ser solidária, a Europa trata outra vez de "apaziguar" assassinos. Os que pagam, são outra vez os judeus. Se não temos canários – pensaria um mineiro néscio e suicida – então não haverá gás tóxico na mina. Se não existisse Israel – pensam europeus covardes e anti-semitas – então não haveria fundamentalismo islâmico. Os europeus são – nas palavras do grande Milan Kundera – "os engenhosos aliados de seus próprios coveiros".

Israel, é como disse um jornalista israelense, um país "on probation". O problema não são os territórios ocupados, nem o conflito palestino. O tema é o direito de Israel existir. Sua legitimidade. Nenhum outro país do mundo tem sua existência questionada. Inclusive os que crêem na necessidade de entregar territórios em troca da paz, não devem enganar-se. A hostilidade da Europa não tem nada a ver com os territórios.

Em uma notória pesquisa, 19% dos italianos disseram que Israel deveria deixar de existir. Mais revelador que o resultado é propriamente a pergunta: Por que é legítimo para um pesquisador europeu pôr em dúvida o direito de Israel existir e não o da Índia, Síria, França ou Itália?
Israel tem que pedir permissão e perdão pelo mero fato de existir. Quem acompanha atentamente as emissões televisivas européias verá que já não se debate acerca de tal ou qual plano de paz, nem acerca de regras territoriais. O debate centra-se em deslegitimizar a existência do Estado.

A "nova esquerda", que na realidade tem pouco de nova e muito do ranço stalinista totalitário, converteu em legítimo o anti-semitismo e a deslegitimização de Israel. Os anti-semitas modernos já não são velhos nazistas ou fascistas repulsivos, senão intelectuais progressistas e da moda. Como diz Alain Finkielkraut, "é o tempo dos anti-semitas simpáticos".

O filósofo judeu-francês – que, diga-se de passagem, é um antigo militante pela causa palestina – queixa-se amargamente: "os debates nos quais participamos não são discussões, senão tribunais". Aceita-se a terrível irracionalidade de ser anti-semita como condição necessária para ser liberal e anti-racista.

O "direito de solo" que os intelectuais judeus têm que pagar para serem aceitos continua subindo: se antes tinha que ser pró-palestino, agora há que franca e plenamente negar o direito a Israel de existir.

A sociedade e os meios de comunicação colaboram ativamente. "Quando Le Pen – líder da extrema direita francesa – atacava os judeus, era condenado unanimemente; quando Tarik Ramadam – pseudo-intelectual muçulmano de esquerda – lança uma lista de ‘judeus suspeitos’, é convidado a explicar sua posição em ‘tout le monde en parle’ (um programa da atualidade muito em moda na elite artística e intelectual francesa).

Se houvesse objetividade, se poderia lutar com a mesma força pelos direitos dos palestinos e pelo direito de Israel de existir livre e seguro, como um estado judeu e democrático.

Paradoxalmente, as posturas israelenses mais extremas se vêem fortalecidas por esta atitude. Se o que se nega é a existência mesma do Estado, inclusive em suas fronteiras de 1967, – pensa a extrema direita – então, de que serve fazer dolorosas concessões?
Se o que se deslegitimiza é Tel Aviv, então para que renunciar a Hebron? O argumento é logicamente irreprovável. Para que ceder territórios que se tenham no coração da consciência histórica judaica, se esse sacrifício não nos assegurará a paz, o reconhecimento e a segurança?

Frente a isto, a esquerda se vê esvaziada de argumentos e impelida aos extremos, e os que desejam um acordo baseado em concessões mútuas sentem-se como ingênuos que ignoram os verdadeiros motivos de seus adversários.

Quando o presidente francês Deladier voltou de Munique esperava ser linchado por sua claudicação ante Hitler. Em vez disso, foi recebido por uma multidão que o ovacionava por ter salvado a paz. Ninguém queria "morrer pela Checoslováquia". Fingindo um sorriso, voltou-se para seu ministro das Relações Exteriores e murmurou: "Quels cons!" (Que imbecis!).

As similitudes com a época atual são arrepiantes. Líderes que legitimam ditadores e assassinos são tratados como "heróis da paz", enquanto asseguram um futuro de mais guerra e terrorismo. Pergunto-me se enquanto desfrutava de sua excitação midiática anti-americana e anti-israelense, Jacques Chirac se havia voltado para Dominique de Villepin para dizer "Quels cons"…

Canários indóceis.
Bem, agora suponhamos que em uma mina, os canários digam basta! Basta de morrer para alertar os mineiros de perigos iminentes. Basta de sofrer, porque de todos os modos os mineiros não nos prestam atenção e seguem envenenando-se lentamente com os gases tóxicos da mina. 

Basta de morrer gratuitamente, porque a triste verdade é que aos mineiros não importa. Basta de asfixiar-nos por nada, porque a única coisa que recebemos é o ódio e não a solidariedade dos mineiros aos quais salvamos. Basta, porque os mineiros jamais aprenderão a lição e jamais entenderão que se nós morrermos, morrerão eles também. Basta, porque nem sequer cuidam de nós, para cuidarem-se a si mesmos.
Basta. Nos negamos a ser as cobaias da mina; vamos fazer o que fazem todos os demais: defender nossa própria vida antes de tudo. 


Esta é a legítima escolha de Israel hoje.

* Pilar Rahola foi deputada no Parlamento espanhol pela "Izquierda Republicana Catalana" e vice-prefeita da cidade de Barcelona. Escreve nos jornais El País, El Periódico e Avui (em catalão). Dirige o programa de entrevistas na TV espanhola. Além disso, participa de debates públicos e congressos internacionais sobre a temática da mulher e da infância. Tem vários livros publicados em catalão e castelhano.


Vi aqui, detalhe, escrito em 2004

Fonte: Por Esses Dias

Porta dos Fundos ridiculariza Ceia em novo vídeo

Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. 
Gálatas 6:7

“Pão Nosso” ridiculariza a fé                                                          Por Jarbas Aragão 

O Brasil possui uma grande variedade de denominações religiosas. Cada uma detém características únicas e singulares mas no final das contas todas disputam por influência e pela salvação dos fiéis. Portanto, nesse mercado religioso cada vez mais concorrido, sobrevive aquela que destaca-se dos seus competidores e oferece ao fiel uma salvação completa, diferenciada e com duas guarnições à sua escolha. 

Este é o texto de apresentação do novo esquete do grupo Porta dos Fundos: “Pão Nosso”. Religião é um tema recorrente do canal, sendo o segundo este mês. O primeiro foi lançado dia 3, com o título de “Defesa pessoal”, o material usa a figura de um pastor (que fala como o bispo Edir Macedo) dando uma aula de “defesa pessoal cristã”. Baseado no princípio cristão de “oferecer a outra face”, ao longo dos três minutos e meio do material em questão, ridiculariza quem tem fé.

Em “Pão Nosso”, que foi publicado na segunda (28), Gregório Duvivier interpreta Isaías, o dono de uma padaria que está prestes a ser autuado por sonegação de impostos pela Receita Federal e tenta convencer o fiscal que, na verdade, o espaço é uma igreja.

Ao entrar no local, o fiscal (Luis Lobianco) quer aplicar uma multa de 320 mil reais e fechar a padaria. Isaías se defende, afirmando que a razão social do estabelecimento é “Igreja Universal do Pão em Cristo”. A seguir, explica que não vende nada. Os preços são as doações sugeridas para a igreja e que existe um “brinde” correspondente.  Vai listando então as opções: Pão doce de Deus (R$ 1,20), kibe abençoado (R$2,50), ciabata cristã e refresco abençoado (R$ 4,50) e o almoço abençoado (R$ 13,20).

Ao vender o prato do dia, Frango Benzido, Isaías faz uma oração pelo alimento diante da cliente. O problema é que o tom de voz utilizada é o mesmo que Duviver usou para imitar Edir Macedo em outros vídeos (o nome da padaria também lembra a IURD). Não bastasse isso, sua oração remete ao “corpo de Cristo”, remetendo ao que os pastores (e padre) fazem normalmente antes de servir a ceia aos fiéis nas igrejas cristãs. Justifica-se ao fiscal, dizendo que aquilo lembra que Cristo morreu pelos nossos pecados.

Quando o fiscal afirma não acreditar que um frango pode ser sagrado, o dono da padaria-igreja compara seu ritual profano com objetos sagrados de diferentes religiões, incluindo santos católicos. Ao chamar de “palhaçada” o que a pretensa igreja faz, é confrontado com a possibilidade de ser preso por “escarnecer de objeto de culto religioso” e que intolerância religiosa pode resultar de 3 a 5 anos de cadeia.  O fiscal acaba desistindo e pede uma “esfirra cristã” (R$3,30).

“Pão Nosso” já tem quase 800 mil visualizações. A maioria dos vídeos do Porta dos Fundos chega a ter 2,5 milhões e alguns já passam de 5 milhões. O canal do Youtube acumula uma série de polêmicas por causa dos vídeos cujo assunto é religião. Neste caso, eles fazem uma menção velada às críticas que recebem toda vez que tocam num tema que fira os cristãos.  Ano passado se envolveu em uma polêmica grande com o pastor Marco Feliciano e sofreu ameaça de processo justamente por “escarnecer de objeto de culto religioso” (a qual Duvivier lembra no vídeo que dá cadeia)

Até o momento, passam de 3 mil comentários no Youtube e como de costume as opiniões se dividem. Alguns afirmam que o vídeo reflete o que fazem as igrejas, mas a maioria parece rejeitar esse tipo de humor. Como já aconteceu em outros vídeos, pessoas denunciam o material como abusivo, o que pode tirar o material do ar.

O usuário Vitor Mateus foi enfático no comentário “Zombam do cristianismo de forma grosseira ao comparar o Corpo de Cristo com um frango, promovendo a discórdia entre os cristãos, pois Cristo é uma figura de respeito e adoração aos cristãos e sagrado! E impede de que indivíduos sem conhecimento acreditem que toda as religiões cristãs são abusivas e mercados da fé! Humor mentiroso e esdrúxulo!(sic)”
Já Jr. Oliver avisa: “Perderam um fã. Não vou mais assistir vocês… mexer com a fé das pessoas é diabólico”. Por sua vez, Weslley Oliveira dispara “Estão cada vez mais sem criatividade mesmo, esses vídeos de engraçados estão ficando vergonhosos, não sabem mais fazer comédia sem zoar religião? Lixo! (sic)”.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

666 - Numero da besta aparece em placa do carro Mercedes-Benz!


Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Apocalipse 13:18


Nesta foto é só inverter o 9!


A pergunta que eu sempre faço: não teria outro número para colocar nessa placa?

Jovem cristã torturada na Arábia Saudita por islâmicos teve olho e boca costurados! (Atualizado)


A jovem declarou diante de pessoas que trabalham com ela, a fé em Jesus Cristo. Ela disse: “Jesus Cristo, que a paz esteja com ele, é meu salvador”, e por isso foi denunciada à hierarquia islâmica. Como punição costuraram sua boca e seu olho esquerdo.

Diante desse fato, percebemos a coragem, a têmpera cristã que moveu essa moça.

Que tenhamos a mesma coragem em anunciar o único e verdadeiro Deus e Salvador, a ponto de fecharem nossas bocas e olhos!

"Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu

Polícia descobre cassino em cima de igreja evangélica no Pará

Quadrilha promovia jogos em dias de culto para despistar polícia.
Seis pessoas foram detidas e um adolescente foi apreendido.
Local tinha mesa de jogos e oferecia bebidas de graça para apostadores (Foto: Divulgação/ Polícia Civil/ Daniel Castro)

Local tinha mesa de jogos e oferecia bebidas de
graça para apostadores
(Foto: Divulgação/ Polícia Civil/ Daniel Castro)
A Polícia Civil do Pará fechou, na madrugada desta quinta-feira (31), um cassino funcionando em cima do prédio de uma Igreja Universal do Reino de Deus no município de Santa Izabel, nordeste do Pará. De acordo com os policiais, o local foi descoberto após uma denúncia anônima, e era investigado há dois meses. Segundo o delegado Daniel Castro, os membros da igreja não tinham relação com o cassino, mas a quadrilha utilizava a movimentação dos cultos para disfarçar o fluxo de apostadores.

Ainda segundo a polícia,  o local tinha entrada restrita e só recebia clientes de confiança da quadrilha, que vinham de também municípios vizinhos como Castanhal e Belém. Os criminosos cobravam R$ 50 de entrada, além de R$ 5 por cada ficha de aposta. Além do material relacionado a jogos de azar os policiais também encontraram bebidas alcóolicas, que eram dadas para os jogadores para estimular as apostas durante a noite.

Seis pessoas foram detidas, sendo três apostadores e três funcionários do cassino. Um adolescente menor de idade foi apreendido. Todos deverão responder em liberdade por exploração ao jogo de azar, que é uma contravenção penal. A polícia continua investigando a quadrilha para tentar localizar os donos do cassino.

Fonte: Pará

O FIM: Templo Satânico (ST), tendo sido beneficiado pela Suprema Corte dos EUA, querem estar acima das leis federais e estaduais, para proteger suas perversidades (pedofilia, aborto e etc)


O Templo Satânico (ST) anunciou que, devido ao precedente oferecida Hobby Lobby depois que a Suprema Corte dos EUA (USSC) concedeu-lhes a "liberdade religiosa", que eles também querem se beneficiar da nova lei da terra, afirmando os seus membros não devem ser mandatados por leis estaduais que "exigem que as mulheres estejam reconsiderando abortos para ler o material pró-vida.

Segundo o site da ST: "Nos próximos meses, estaremos iniciando uma série de outras campanhas para afirmar nossa proteção religiosa para mulheres com necessidades de saúde que estão a ser complicadas por leis irracionais. A fim de espalhar a palavra sobre esta campanha para as pessoas afetadas, e para ajudar a apoiar os nossos desafios legais para as leis que interferem com as nossas práticas religiosas ".

Esta "afronta" à crença básica ST que "a saúde pessoal" deve ser baseada "no melhor conhecimento científico do mundo, independentemente das crenças religiosas ou políticas dos outros" criou uma interessante, e talvez imprevisível, conseqüência de dar a corporações o direito de filiação religiosa e promulgação de suas crenças.

No mês passado, o USSC determinou que as empresas familiares que pagam pelo seguro de saúde podem reivindicar uma isenção para ter que oferecer anticoncepcionais a seus empregados com base na afiliação e leis em vigor que protegem a liberdade religiosa religiosa.

Graças ao USSC United Citizens decisão, em 2010, as empresas agora tiveram personalidade corporativa e desfrutaram o luxo de liberdade de expressão; principalmente através de doações monetárias a causas políticas.

Por causa da recente decisão do Hobby Lobby "as empresas têm a liberdade de religião, bem como, e se, com base em tais direitos, as corporações podem privar serviços a terceiros."

Justiça Anthony Alito afirmou que pessoa jurídica existe para proteger "o direito livre de exercício das corporações ... [e] protege a liberdade religiosa dos seres humanos que possuem e controlam essas empresas."

Isso abre as portas para as empresas se esconderem atrás de suas afiliações religiosas, exigindo proteções constitucionais, ao mesmo tempo discriminar as aderências religiosas de seus empregados.

Alito afirma que, porque as empresas podem "suportar uma ampla variedade de causas de caridade" que eles podem buscar causas religiosas e invocam o seu direito à liberdade religiosa, mesmo que esse ato evite claramente a sua necessidade de cumprir com as leis selvagens.

A decisão de pagar a USSC corporações liberdade religiosa é, essencialmente, uma porta aberta para fazer exatamente isso.

Será que a decisão de liberdade religiosa  da USSC se estenderia à Igreja Católica que admitiu abertamente para saber sobre pedofilia desenfreada cometidas por padres que não foram perseguidos por seus crimes; mas sacerdotes movidos para outro local, a fim de esconder as suas práticas?

Por exemplo , na Austrália, o rabino Boruch Lesches, não só "não conseguiu parar um suposto pedófilo de abusar sexualmente de meninos em uma escola judaica de Sydney", mas inferir que as crianças "podem ter consentido as relações sexuais".

Lesches passou a alegação de que as investigações policiais sobre as alegações não eram pertinentes e foi simplesmente abrindo "uma lata de vermes".

Após a decisão USSC Hobby Lobby, o incidente que ocorreu na Austrália pode ser visto de forma diferente; possivelmente abrindo corporações (incluindo 501 (c) (3) Sociedades sem fins lucrativos) para reivindicar a liberdade religiosa constitucionalmente direito no que diz respeito à pedofilia.

Desde empresas com fins lucrativos (e por associação corporações sem fins lucrativos) são considerados uma "pessoa" capaz de exercer seus direitos religiosos, que se tornaria um escudo de proteção para qualquer corporação para reivindicar suas afiliações religiosas e crenças estão sendo discriminados qualquer momento é vantajoso para a sua cultura corporativa e agenda monetária.

Steve Green, presidente da Hobby Lobby e membro do Conselho de Política Nacional (CNP) explicou : "Nós acreditamos que os princípios que são ensinados nas Escrituras são o que devemos operar nossas vidas, e flui naturalmente para o negócio."

Essa linha de pensamento permite às empresas usar suas crenças religiosas para decidir como estruturar sua corporação e protegê-los contra as leis federais que não concordam com; ignorando simultaneamente os direitos religiosos dos seus empregados que não podem aderir à religião da corporação.

E agora, a ST tem saltou para o passeio de bonde Hobby Lobby estabelecido, afirmando os direitos de liberdade religiosa de sua corporação.

Onde isso vai parar?

FONTE:
https://www.occupycorporatism.com/

O FIM 
ESTA 
PRóXIMO

A autonomia acima da segurança


Dois professores americanos apontaram para uma pesquisaque revela claramente que as mulheres que se encontram casadas com os pais biológicos dos seus filhos estão em posição muito mais segura que as demais mulheres:
Esta avalanche de informação proveniente das redes sociais claramente revela que alguns homenssão uma ameaça real para o bem estar físico e psíquico das mulheres e das raparigas. Mas obscurecido dentro da conversa pública em torno da violência contra as mulheres encontra-se o facto de que- directa ou indirectamente - outros homens são mais susceptíveis de proteger as mulheres da ameaça da violência masculina: os maridos e pais biológicos.

A conclusão é a seguinte: as mulheres casadas encontram-se notavelmente mais seguras que as suas equivalentes solteiras, e as raparigas criadas em casa com o pai [biológico] casado com a mãe são marcadamente menos susceptíveis de serem abusadas ou atacadas do que as crianças a viver sem o seu pai [biológico].
Quão robusta é esta pesquisa? O gráfico que se segue é bastante claro. A primeira coluna mostra a incidência de violência (dirigida às crianças) em famílias com os progenitores biológicos casados; a incidência mais elevada (mais de dez vezes mais elevada) mostra a violência que ocorre com a mãe solteira que vive com um parceiro.


E depois temos este gráfico:


Desta vez o gráfico mostra a violência feita às mulheres. As duas linhas mais baixas - aquelas que mal são registadas - mostram os níveis de violência doméstica dentro dum casamento, e as linhas mais elevadas mostram a violência que as mulheres solteiras com filhos sofrem. É difícil dizer com toda a certeza, mas parece que as mães solteiras sofrem cerca de 30% mais violência doméstica que as mulheres casadas com os pais biológicos dos filhos.

As evidências são irrefutáveis: as mulheres estão mais seguras dentro do casamento. Mas esta não é a conclusão que as feministas querem e como tal, urge perguntar: o que é que uma feminista pode dizer? Por esta altura, entra a feminista Clementine Ford, que permanece imóvel na sua posição, alegando:
O conceito da "protecção" outorgada pelos homens é um que causa danos às mulheres em vez de as ajudar. Uma sociedade que opera segundo linhas paternalistas é uma sociedade que fragiliza o direito das mulheres exercerem a sua autonomia e se protegerem a elas mesmas. Em vez de propor às mulheres que se amarrem a um "homem decente", que lhes protegerá dos vilões do mundo, deveríamos, em vez disso, aplicar políticas de tolerância zero para aquelas pessoas que cometem os abusos. Os homens não são os administradores das mulheres, e não é a sua obrigação moralmente outorgada nos proteger. Como seres humanos, é a obrigação de todos evitar causar danos aos outros.
A lógica desta feminista segue mais ou menos assim:

1. Como feminista e modernista esquerdista, ela acredita que a autonomia é bem maior da vida.
2. Não é "autonomia" a mulher depender dos homens para a sua segurança física.
3. Logo, a sociedade tem que ser reconstruída de modo a que as mulheres se possam proteger a elas mesmas e não precisem da ajuda masculina.
4. Isto requer que a sociedade garanta que nenhum homem venha a cometer actos de violência contra as mulheres.
5. Desde logo, é bom que a sociedade se certifique que nenhum homem venha a cometer actos de violência contra as mulheres.

A coisa mais moral, segundo Clementine Ford, é as mulheres serem autónomas, e como tal, temos que insistir que as pessoas vivam as suas vidas de maneira que se conformem com este imperativo moral.

Note-se que a preocupação maior de Clementine Ford não é a segurança das mulheres e das crianças, mas sim a independência feminina. É precisamente por isso que ela nunca irá aceitar a "protecção outorgada pelos homens", mesmo que ela seja eficaz em termos de minimizar os riscos da mulher vir a sofrer violência.

O problema com a abordagem da Clementine Ford é básico, nomeadamente, que ela coloca o "bem" da autonomia acima de tudo, mesmo acima do propósito moral. Isto obviamente, não é bom para as mulheres, e é perigoso pensar que há um bem únicoque toda a sociedade deve adoptar coercivamente. O melhor é reconhecer que há um leque de bens que têm que ser trabalhados dentro dum enquadramento operacional.


* * * * * * *

Basicamente, o que isto significa é que o propósito do feminismo (ou pelo menos, um deles) é o de isolar as mulheres dos homens, mesmo que isso aumente a violência contra as mulheres. Quando as feministas falam em "independência das mulheres", o que elas têm em mente é a independência das mulheres perante os homens (mesmo que isso signifique maior dependência do Estado e maiores índices de violência doméstica).

Um papa que não entende nada de política?

Exclusivo: Joseph Farah avisa: “Não há nada de cristão em apaziguar o mal”

Joseph Farah
Sei que esta coluna ofenderá alguns católicos.
Mas o Papa Francisco, mais uma vez, provou que não é politicamente infalível. Ele está do lado errado da história e da verdade, pelo menos no que se refere ao bem-estar de Israel.
“Estado da Palestina?” Não existe Estado da Palestina. E, se o Oriente Médio tiver de conhecer a paz antes da volta de Jesus, não haverá nenhum.
A Autoridade Palestina, como é conhecida, é uma organização totalmente corrupta, moralmente repugnante sem nenhuma legitimidade. Por que o papa está tentando lhe dar credibilidade sugere uma de duas coisas: Ele é ignorante sobre as políticas do Oriente Médio ou tem uma agenda anti-Israel e antijudaica.
Por que digo isso?
Há muitas razões, mas permita-me focar em apenas uma, por amor do argumento.
A autoridade Palestina não só adota uma posição de que o Estado palestino é inevitável num lugar que nunca na história do mundo viu um Estado palestino, mas insiste em que nenhum judeu pode viver ali.
Agora quero que você imagine algum outro movimento no mundo que busca posição de estado em que tal declaração por condição de nação selecione um grupo étnico ou religioso como não bem-vindo. O papa apoia esse tipo de causa em algum outro lugar do mundo? Por que, então, no Oriente Médio? Qual é a justificativa moral que ele teria para fazer isso?
Mesmo mais ao ponto, no caso do papa, que afirma ser o “vigário de Cristo,” o que Jesus, que era judeu, teria a dizer sobre mutilar o Estado de Israel para criar uma nação-estado que estritamente proíbe residentes judeus?
É impensável. Sinto-me envergonhado pelo Papa Francisco, que conduz uma igreja que tem uma história trágica de antissemitismo que ainda está apagando.
Minhas palavras sem dúvida serão interpretadas por alguns como “anticatolicismo.” Permita-me garantir-lhe que não. Embora eu não seja católico, cresci na Igreja Católica. A maioria dos meus parentes são católicos. Tenho um católico vivendo em minha casa. Tenho funcionários católicos. Amo os católicos. Aliás, como diz o velho ditado, alguns dos meus melhores amigos são católicos.
Mas os católicos que, conscientemente ou não, apoiam assassinos, terroristas e antissemitas não são meus amigos.
Qualquer um que apoie o tipo de limpeza étnica que a Autoridade Palestina promove está totalmente errado.
A última coisa que este mundo precisa é de outro estado terrorista e oficialmente antissemita no Oriente Médio. Seria muito melhor se o Papa Francisco aparecesse defendendo os cristãos que estão sendo perseguidos e massacrados em todos os países terroristas e oficialmente antissemitas do Oriente Médio. Como é que a posição dele avança a liberdade, o evangelho e a paz?
Por favor, diga-me. Eu realmente quero entender esse tipo de pensamento.
A Autoridade Palestina teve muito tempo para considerar sua posição antissemita. Teve muito tempo para considerar sua promoção do terrorismo. Teve muito tempo para considerar a realidade do Estado de Israel. Contudo, suas posições oficiais permanecem as mesmas.
A Autoridade Palestina continua a doutrinar suas crianças a ter ódio de Israel em suas escolas.
Continua a promover o terrorismo contra os israelenses.
Continua a tratar os cristãos como, na melhor das hipóteses, cidadãos de segunda classe e dhimmis.
Continua, como sua posição oficial sobre estado, a insistir que nenhum judeu é permitido.
Isso deveria ser totalmente imoral e inaceitável para qualquer um que se chama de cristão — quanto mais o papa.
Não há nada de cristão no apaziguamento do mal. E é isso o que é e sempre será o apoio a um Estado palestino comprometido com a limpeza étnica, violência e intolerância.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: The politically tone-deaf pope
Leitura relacionada:

Jornal 'Financial Times' dá 'sentença de morte' para a economia brasileira

Publicação britânica projeta crescimento de 2% para a economia do país.
Crescimento previsto pelo governo Dilma é de 4%; inflação atinge 6,3%.

Do G1, em São Paulo

Reportagem publicada neste domingo (6) no site do jornal britânico “Financial Times” utilizou o termo “sentença de morte” em uma projeção para o futuro da estratégia econômica brasileira.
saiba mais

A publicação afirma que a nova matriz de políticas econômicas, que consiste em taxas de juros baixas e o câmbio enfraquecido por meio de controles cambiais e incentivos fiscais temporários para a indústria, visava uma taxa de crescimento de 4%. Entretanto, de acordo com o jornal, o resultado dessas medidas foi um cenário de baixo crescimento e alta inflação.

O jornal apontou que, este ano, a economia do Brasil deverá crescer cerca de 2%, continuando com uma de suas mais lentas taxas desde a década de 1990. Enquanto isso, a inflação deverá atingir 6,3%.

Pressões inflacionárias forçaram o Banco Central do Brasil a retomar as taxas de juros, que estavam em uma baixa recorde de 7,25% em 2012, para 11% na última semana, com possibilidade de novos aumentos, segundo o jornal.

De acordo com a publicação, entre as questões estruturais mais importantes estaria a redução da carga tributária, que subiu de 27% do Produto Interno Bruto (PIB) em 1997 para 36% em 2012. Essa taxa é maior que a do Chile, cerca de 20%, e superior à média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

FONTE:

“Novo Templo de Salomão abrigará o anticristo”, dizem fieis membros da IURD

Fieis da Igreja Universal asseguram que réplica do Templo de Salomão será o local de “assentamento do anticristo”

Novo ‘Templo de Salomão’ da Igreja Universal (divulgação)

Um artigo publicado por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) sobre a construção da réplica do Templo de Salomão afirma que a edificação abrigará o anticristo.

“A Igreja Universal está reconstruindo, estabelecendo o templo de Jerusalém, aqui no Brasil. E isso é terrível porque biblicamente trata-se do Templo onde se assentará o Anticristo”, diz o artigo do blog Evangelistas da IURD.

O texto usa passagens bíblicas de Mateus e Marcos, além de citações do profeta Daniel, no Velho Testamento, para organizar o argumento de que o Templo de Salomão da Universal será a casa do anticristo.

“A maioria dos teólogos afirmam que o 3° Templo descrito na Bíblia (onde o Anticristo se assentará) será erguido em Israel, porém as escrituras não mencionam em nenhuma passagem o nome do lugar onde este será reconstruído. Porém ela nos dá pistas valiosíssimas de onde será erguido o Templo. Podemos encontrar a profecia referente ao Templo no sermão profético de Jesus no Livro de Marcos e Mateus”, introduz o artigo.

Segundo a linha de interpretação do autor, que não é identificado, “essa é a profecia de Jesus sobre o Templo de Salomão e que está se cumprindo hoje diante dos nossos olhos mas a maioria não desperta para isso”.

VEJA TAMBÉM: ‘Novo Templo de Salomão’ impressiona o The New York Times

O texto de Marcos 13: 14 diz: “Quando vocês virem ‘o sacrilégio terrível’ no lugar onde não deve estar — quem lê, entenda — então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes”. Essa citação usa a tradução da Bíblia Sagrada Nova Versão Internacional. Em outras traduções, o termo “sacrilégio terrível” é substituído por “abominação da desolação” ou “abominação do assolamento”.

A interpretação apregoada pelo artigo dos Evangelistas da IURD enfatiza que Jesus se referia à construção de um templo fora de Israel: “A abominação da desolação que Jesus em seu sermão profético se referiu é a profanação do Templo de Jerusalém (TEMPLO DE SALOMÃO). Jesus profetizou que a abominação da desolação (Templo de Salomão) estaria onde não deveria estar”, pontua.

Há ainda uma citação ao texto de Mateus 24: 15,16 que acrescenta “lugar santo” ao conteúdo da profecia, e no artigo, isso é apontado como indício de que a construção do Templo é o cumprimento de uma profecia bíblica.

“A maioria das pessoas interpretam erradamente esse texto justamente por causa da expressão ‘lugar santo’. Elas atribuem isso a Israel mas esquecem que Jesus disse: ‘Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles’. Ou seja se duas ou três pessoas no Brasil ou em outro lugar se reunir em nome de Jesus Ele passa a estar no meio, e, se Deus está no meio, não seria também esse lugar santo? Certamente que sim. A concepção de lugar santo não está restrita a Israel [...] O termo hebraico para santo partiu de um conceito primitivo de separação ou remoção do sagrado do profano. O termo para ‘santo’ é encontrado em sentido religioso e usualmente contém um significado fundamental de ‘separado’, ou ‘fora’ do uso comum [...] Podemos então ler assim: ‘Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar ‘separado’ (quem lê, que entenda). O Templo de Salomão aqui no Brasil cumpre essa profecia porque está SEPARADO de Israel estando onde não deveria estar”, sugere o texto.

A construção da réplica do Templo de Salomão é vista com maus olhos pela comunidade judaica. Em 2010, o rabino Chaim Richamn, integrante do Instituto do Templo, em Jerusalém, condenou a iniciativa da Igreja Universal do Reino de Deus: “A mega igreja planejada pelo Bispo Macedo é uma usurpação e um abuso ao espaço sagrado e ao conceito de Templo Santo que é representado na Bíblia, e também é uma brusca forma de se apropriar de valores sagrados do Judaísmo. A Divina Presença de Deus não pode ser copiada ou simplesmente usurpada e transportada para outro lugar. Isso não é nada mais que uma tentativa sínica e manipuladora da Igreja Universal do Reino de Deus de encaixar a mensagem universal da Bíblia em sua própria agenda”, criticou, numa entrevista ao Israel National News.

FONTE:
GOSPEL +
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