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| Hezbollah: grupo utiliza a saudação nazista. Movimento é um dos principais aliados do "Jihad Islâmica" Imagem: Associated Press |
De acordo com a reportagem veculada no site Israel National News, a conclamação ao genocídio foi feita por Ahmed al-Modallal, um dos principais comandantes do grupo "Jihad Islâmica" - a facção extremista é aliada do grupo neonazista Hezbollah, que conta com apoio financeiro e bélico da República Islâmica do Irã.
Durante a manifestação de massa na qual a população foi instigada a cometer violência sectária, al-Modallal também pediu que militantes dos grupos antissemitas realizem "infiltrações terroristas", para conferir impulso à atual campanha, que ficou conhecida como "intifada das facas".
Phonte: D.I
O líder fundamentalista destacou que os militantes devem "cometer assassinatos em massa contra os judeus", "dentro de suas cidades". A manifestação na qual a propaganda genocida foi realizada ocorreu na última sexta-feira.
O portal Israel Nation News informa que "a facção 'Jihad Islâmica' foi responsável pela morte de centenas de cidadãos israelenses através do uso de homens-bomba e ataques cometidos por atiradores no território do Estado judaico - agora, a organização criminosa exige que os habitantes do Levante realizem uma onda de ataques contra os judeus". Ahmed al-Modallal, em seu discurso, debochou das condenações feitas pela União Europeia e pelo governo dos Estados Unidos contra as atividades dos grupos terroristas ligados à "resistência palestina", e afirmou, conforme o site jornalístico israelense, que "os americanos e europeus não serão capazes de deter essa intifada. O movimento continuará a atacar o coração da 'ocupação'".
O orador fundamentalista pediu que os islâmicos com residência em Jerusalém, na região da Judéia ou na Samaria comecem a "organizar ataques em massa contra os judeus", "no coração dos novos assentamentos". Al-Modallal disse: "nós convocamos nosso povo na capital de Israel, na Judeia e na Samaria para que envie grupos com o propósito de bloquear as estradas da 'ocupação', e tornem impossível a locomoção dos moradores. Pedimos que nosso povo ataque os assentamentos com milhares - que as armas dos mujahideen [jihadistas] possam agredir os corações dos invasores, para que esses criminosos saibam que nunca estarão seguros em terras palestinas".
Ainda confore a reportagem do Israel National News, nas últimas semanas, o grupo "Jihad Islâmica" alvejou famílias judaicas em diversas ocasiões - a organização está promovendo a violência étnica ao mesmo tempo em que a organização antissemita Hamas divulga vídeos incitando a população local a realizar ataques com armas brancas e carros contra o povo judeu. Na presente "intifada", a facção que tem al-Modallal entre seus líderes está visando famílias judias com residência na Samaria, especificamente - a organização criminosa realiza ataques contra as casas de judeus, e instiga os militantes a assassinarem até mesmo mulheres e crianças. Ações desse gênero foram tentadas nas cidades de Eli, Ytzhar e Kedumim - todas foram impedidas pelas forças de segurança, salvo em Eli, onde o pai de uma das crianças alvejadas conseguiu expulsar os militantes terroristas.

O grupo "Jihad Islâmica", chefiado por Ramadan Shallah, considera o grupo neonazista Hezbollah como uma organização "irmã". As duas duas organizações contam com apoio do Irã, que ameaça utilizar armas de destruição em massa contra o Estado de Israel - a teocracia já possui mísseis balísticos capazes de atingir não apenas o Estado judeu, mas diversas bases americanas de grande importância, no Oriente Médio.
O portal Israel Nation News informa que "a facção 'Jihad Islâmica' foi responsável pela morte de centenas de cidadãos israelenses através do uso de homens-bomba e ataques cometidos por atiradores no território do Estado judaico - agora, a organização criminosa exige que os habitantes do Levante realizem uma onda de ataques contra os judeus". Ahmed al-Modallal, em seu discurso, debochou das condenações feitas pela União Europeia e pelo governo dos Estados Unidos contra as atividades dos grupos terroristas ligados à "resistência palestina", e afirmou, conforme o site jornalístico israelense, que "os americanos e europeus não serão capazes de deter essa intifada. O movimento continuará a atacar o coração da 'ocupação'".
O orador fundamentalista pediu que os islâmicos com residência em Jerusalém, na região da Judéia ou na Samaria comecem a "organizar ataques em massa contra os judeus", "no coração dos novos assentamentos". Al-Modallal disse: "nós convocamos nosso povo na capital de Israel, na Judeia e na Samaria para que envie grupos com o propósito de bloquear as estradas da 'ocupação', e tornem impossível a locomoção dos moradores. Pedimos que nosso povo ataque os assentamentos com milhares - que as armas dos mujahideen [jihadistas] possam agredir os corações dos invasores, para que esses criminosos saibam que nunca estarão seguros em terras palestinas".
Ainda confore a reportagem do Israel National News, nas últimas semanas, o grupo "Jihad Islâmica" alvejou famílias judaicas em diversas ocasiões - a organização está promovendo a violência étnica ao mesmo tempo em que a organização antissemita Hamas divulga vídeos incitando a população local a realizar ataques com armas brancas e carros contra o povo judeu. Na presente "intifada", a facção que tem al-Modallal entre seus líderes está visando famílias judias com residência na Samaria, especificamente - a organização criminosa realiza ataques contra as casas de judeus, e instiga os militantes a assassinarem até mesmo mulheres e crianças. Ações desse gênero foram tentadas nas cidades de Eli, Ytzhar e Kedumim - todas foram impedidas pelas forças de segurança, salvo em Eli, onde o pai de uma das crianças alvejadas conseguiu expulsar os militantes terroristas.

Ramadan Shallah, principal nome do grupo "Jihad Islâmica", em conversa com líder supremo da teocracia iraniana.
Organização criminosa é aliada do movimento neonazista Hezbollah.
Imagem: Yahoo
Apesar de possuírem ideologias simpáticas a versões antagônicas da fé corânica, os grupos Hamas e Hezbollah-Jihad Islâmica concordam com a ideia de destruir Israel e fomentar o extermínio étnico.
Phonte: D.I

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