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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Brasileiros deixam Congresso Nacional mais conservador

Julio Severo
As recentes eleições mostraram que o povo brasileiro decidiu ampliar o número dos deputados que se identificam com o conservadorismo, que em termos gerais é a defesa da vida e da família contra as agendas esquerdistas, abortistas e homossexualistas; a remoção da impunidade para criminosos abaixo de 18 anos e a garantia de defesas pessoais para os cidadãos, inclusive o porte legal de armas.

Marco Feliciano: exemplo do que o Brasil quer

As esquerdas causaram maldosa confusão na Câmara dos Deputados no ano passado quando o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) foi escolhido para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara. Acusado levianamente de racismo e “homofobia,” o pastor assembleiano foi alvo de diversas manifestações e ataques em todo o Brasil, tanto de esquerdistas seculares quanto de esquerdistas evangélicos.
Os ataques, porém, não prejudicaram a imagem de Feliciano. Pelo contrário, ele saiu muito mais fortalecido. Se na eleição de 2010 ele ganhou uns 200 mil votos, em 2014 ele recebeu o dobro.
Essa vitória representa muito bem a preferência dos eleitores por candidatos conservadores.

Brasileiros estão cansados do elitismo da política brasileira

O grande número de deputados eleitos que se identificam com os valores pró-família e rigorosas políticas de segurança reflete que os brasileiros decidiram dar um basta nas políticas que são contra eles. Afinal, o povo está cansado de propaganda anti-família, seja através de louvores ao aborto ou à agenda gay.
O povo está também cansado de relaxadas leis de segurança pública que são benéficas para criminosos e maléficas para a população em geral.
Embora a elite que tem farta e bem armada segurança pessoal exija o desarmamento dos cidadãos de bem e a impunidade dos criminosos, inclusive assassinos e estupradores de menos de 18 anos, a população mais vulnerável aos criminosos discorda veementemente desse pensamento elitista.
Contudo, o povo está se libertando das elites. Graças à decisão dos eleitores, a bancada evangélica do próximo ano será maior do que a atual.
Com essa mudança, o próximo governo federal, seja do PT ou do PSDB, terá dificuldade de avançar a descriminalização do aborto, a criminalização da “homofobia” e a legalização das drogas.
O efeito da preferência conservadora dos eleitores terá também impacto nas bancadas homossexuais, que terão uma redução.
O povo deixou claro: eles querem deputados pró-vida e pró-família. Eles querem também parlamentares comprometidos com a segurança da população, inclusive favorecendo leis que façam com que assassinos, estupradores e outros criminosos com menos de 18 anos paguem por seus crimes, exatamente como acontece em países desenvolvidos como os EUA, e leis que garantam o pleno direito dos cidadãos portarem armas para defesa pessoal e de suas famílias.

As queixas de Zé Dirceu

No entanto, a esquerda, como sempre, não está contente com as escolhas eleitorais do povo. O blog do Zé Dirceu disse: “O quadro é preocupante para os progressistas porque, de acordo com as previsões, a tensão já criada no país pelo debate de temas como a legalização do casamento de parceiros do mesmo sexo e a descriminalização do aborto e das drogas deve se acirrar no Congresso.”
Dirceu, que é considerado o principal cérebro mafioso do PT, também diz em seu blog: “Com a redução das bancadas progressistas, o aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a descriminalização das drogas – temas que permearam debates no 1º turno da disputa presidencial – têm poucas chances de serem abordados pelo Congresso eleito.”
Eu só posso dizer: “Aleluia!” Talvez pela primeira vez o Congresso vai poder passar por cima das obsessões pró-aborto e pró-homossexualismo não só do PT, mas também do PSDB e outros partidos de esquerda.

O desgosto do PT

O deputado petista Nilmário Miranda se queixou: “Os conservadores estão eufóricos!” Ele acredita que o grande número de conservadores eleitos reflete o “apodrecimento” do sistema político brasileiro. E o site oficial do PT, em seu mal-estar, publicou um artigo contra essa euforia debochando: “Novo Congresso será Jurassic Park ideológico.”

Bancada evangélica: imperfeita e esquerdista, mas conservadora quando sob pressão

Evidentemente, o PT não está certo. O conservadorismo da bancada evangélica não é perfeito. A aprovação da infame Lei da Palmada, por exemplo, contou com acordo do Dep. Paulo Freire, presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE). Sem pressão de seus eleitores evangélicos, a tendência da FPE é seguir a orientação da maioria de seus membros, que pertencem a partidos de linha socialista. Apesar de posturas mais conservadoras do que gostariam as elites, a bancada evangélica também se alinha a interesses esquerdistas.
Por isso, o povo que elegeu os deputados evangélicos precisará fazer um acompanhamento persistente dos eleitos para que não se desviem das aspirações e interesses conservadores dos eleitores, a fim de que o vergonhoso episódio de negociação da Lei da Palmada nunca mais se repita. Pelo contrário, é preciso lutar por uma reversão desse mal contra as famílias brasileiras.
Nas urnas, o povo mostrou que quer mudança pró-vida e pró-família. A FPE e outros movimentos com potencial conservador precisam dar atenção e respeito a essa aspiração dos brasileiros.
Com o aumento da força do conservadorismo cristão no Congresso Nacional, tudo o que restará ao movimento homossexual, abortista e esquerdista é recorrer ao ativismo judicial dos tribunais para avançar suas agendas que, mais do que nunca, estão ganhando a antipatia do povo brasileiro.
Com informações de Deutsche Welle, Câmra Notícias, Blog do Zé Dirceu, 

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