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Uma decisão do tribunal do distrito de Ealing, em Londres, irá afetar os ministérios pró-vida da Inglaterra. A partir desta terça-feira (10) é proibido fazer orações num raio de 100 metros ao redor de uma clínica de aborto.
A votação unânime é uma resposta ao pedido de mulheres que afirmam terem sido “intimidadas” pelas imagens e mensagens expostas do lado de fora dos locais onde são feitos procedimentos para interromper a gestação.
Há mais de 20 anos, o ministério Good Counsel Network, faz vigílias de oração diante da clínica de aborto Marie Stopes. Agora, os voluntários serão forçados a ficar distantes da entrada, não tendo contato com as mulheres que entrarem ou saírem do local.
Richard Bentley, responsável pela clínica comemorou a decisão e disse acreditar que a legislação deverá se estender a todos os centros de aborto legais do país. Para ele, os cristãos, com suas orações e cartazes com imagens de bebês abortados estavam “intimidando as mulheres que procuram atendimento”.
O conselho do distrito de Ealing, que julgou o caso, negou que estava, na prática, criminalizando a prática da oração, apenas regulamentando a “zona de proteção” ao redor das clínicas.
Elisabeth Howard, porta-voz da campanha Be Here for Me [Fique Aqui Comigo], afirmou que Londres está “engolindo a narrativa pró-escolha sem questionar” as consequências. Também afirmou que seu grupo apenas oferecia ajuda para as mulheres que não estavam seguras que desejavam abortar.
A votação unânime é uma resposta ao pedido de mulheres que afirmam terem sido “intimidadas” pelas imagens e mensagens expostas do lado de fora dos locais onde são feitos procedimentos para interromper a gestação.
Há mais de 20 anos, o ministério Good Counsel Network, faz vigílias de oração diante da clínica de aborto Marie Stopes. Agora, os voluntários serão forçados a ficar distantes da entrada, não tendo contato com as mulheres que entrarem ou saírem do local.
Richard Bentley, responsável pela clínica comemorou a decisão e disse acreditar que a legislação deverá se estender a todos os centros de aborto legais do país. Para ele, os cristãos, com suas orações e cartazes com imagens de bebês abortados estavam “intimidando as mulheres que procuram atendimento”.
O conselho do distrito de Ealing, que julgou o caso, negou que estava, na prática, criminalizando a prática da oração, apenas regulamentando a “zona de proteção” ao redor das clínicas.
Elisabeth Howard, porta-voz da campanha Be Here for Me [Fique Aqui Comigo], afirmou que Londres está “engolindo a narrativa pró-escolha sem questionar” as consequências. Também afirmou que seu grupo apenas oferecia ajuda para as mulheres que não estavam seguras que desejavam abortar.
Com informações BBC
Phonte: Gospel Prime
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